Mato Grosso

Bombeiros combatem incêndio em caminhão carregado de milho na BR-364

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde desta quarta-feira (04.09), um incêndio em um caminhão com duas carretas carregadas de milho na BR-364, em Jaciara (a 146 km de Cuiabá).

Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a parte da frente do caminhão e a primeira carreta em chamas. A equipe da 9ª Companhia Independente Bombeiro Militar (9ª CIBM) usou uma mangueira pressurizada para extinguir o fogo.

Durante a operação, foi identificado um foco de incêndio que estava se alastrando para um pasto de uma fazenda próxima, causado pelas chamas do caminhão. A equipe agiu prontamente para evitar a propagação do incêndio.

Para combater as chamas, os bombeiros contaram com o apoio de um caminhão-pipa da empresa Nova Rota do Oeste, utilizando cerca de 15 mil litros de água.

Após extinguir o fogo, os bombeiros realizaram o rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes e deram orientações de segurança.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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