Mato Grosso

Bombeiros resgatam vítima de capotamento na BR-070

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¿O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na tarde de sexta-feira (27.12), uma vítima de capotamento ocorrido na BR-070, em Poconé (a 105 km de Cuiabá). Devido à gravidade do acidente, uma segunda vítima faleceu no local.

A equipe do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 12h45, após solicitação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para prestar apoio no resgate e remoção das vítimas.

Conforme informações iniciais, o acidente aconteceu quando o condutor de uma caminhonete perdeu o controle da direção a cerca de 7 km do posto da Polícia Rodoviária Federal, sentido Várzea Grande. O veículo capotou e foi parar em um barranco às margens da rodovia, em uma área de difícil acesso, devido à vegetação densa.

Os bombeiros se deslocaram imediatamente ao local e encontraram o veículo completamente amassado. Foi identificado que o condutor, um homem de 42 anos, havia sido arremessado para o banco traseiro do automóvel devido ao impacto do capotamento.

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A vítima foi resgatada do veículo pelos militares e avaliada pela equipe do Samu. Em seguida, ela foi transportada para uma unidade de saúde com o apoio do helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Uma segunda vítima, do sexo feminino, não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado no local pela equipe do Samu. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para as providências legais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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