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Brasil gigante: colheita 24/25 já começou, mas ainda falta chuva para o plantio

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O Natal chegou e o plantio da safra de soja 2024/2025 ainda está por ser concluído. A última estimativa aponta que 98,9% da área prevista já havia sido semeada o que supera a média histórica de 96,3% para o período e reflete avanços significativos em comparação à safra passada, quando 97% da área havia sido plantada no mesmo intervalo.

No entanto, as dimensões gigantescas de nosso país trazem à tona nuances impressionantes. Nestes 1,1% que ainda estão por plantar temos, por exemplo, o Matopiba — região que compreende Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — onde a falta de umidade no solo, especialmente no Tocantins e no sul do Maranhão, tem retardado a semeadura. A chegada de chuvas é esperada nos próximos dias, com previsão de volumes entre 60 e 80 mm, o que deve trazer o alívio necessário aos produtores e garantir um bom início de safra.

A situação no restante do Matopiba é mais otimista. Estados como a Bahia e o Piauí também devem receber volumes significativos de chuva, o que contribuirá para a reposição hídrica e a aceleração do plantio. Em Barreiras, um dos principais polos de produção de soja na Bahia, as precipitações previstas garantirão condições ideais para a semeadura e o desenvolvimento inicial das lavouras.

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Por outro lado, em regiões do Sudeste e Centro-Oeste, como Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, as altas precipitações registradas nas últimas semanas, com acumulados entre 60 e 80 mm, elevaram a umidade do solo a níveis adequados. No entanto, o excesso de umidade aumenta o risco de pragas e doenças, exigindo maior atenção dos produtores para garantir a sanidade das lavouras. Monitoramento constante e manejo adequado serão fundamentais para evitar perdas.

No Sul do país, as chuvas têm se mostrado regulares, com volumes entre 30 e 40 mm, o que favorece o andamento das atividades de campo. Ainda assim, os produtores precisam monitorar as condições do solo para evitar problemas de encharcamento que possam comprometer a produtividade.

Ao mesmo tempo em que regiões ainda esperam chuvas para começar a plantar, em Mato Grosso, a colheita da safra 2024/25 já começou, como é o caso da região de Querência. Embora os números ainda sejam tímidos e limitados a áreas irrigadas, as expectativas são de que a colheita se intensifique a partir do final de janeiro e início de fevereiro de 2025. A produção do estado deve atingir 44,04 milhões de toneladas, um aumento de 12,78% em relação à safra anterior. A produtividade média esperada é de 57,97 sacas por hectare, representando um crescimento de 11,15% quando comparado à safra de 2023/24.

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O início da semeadura no estado foi marcado por atrasos nas chuvas, resultando em um ritmo mais lento nas primeiras semanas. As atividades de plantio se intensificaram na segunda quinzena de outubro, com mais de 50% da área sendo semeada em apenas duas semanas. No entanto, o atraso pode impactar o cronograma da colheita. As previsões climáticas agora são essenciais para o bom andamento da safra, pois chuvas volumosas e persistentes podem prolongar o ciclo das lavouras e favorecer as chamadas “doenças fúngicas”, como a ferrugem asiática.

Fonte: Pensar Agro

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Colheita do milho avança em Mato Grosso e clima favorável deve acelerar safra em junho

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A colheita do milho segunda safra 2025/26 começou em Mato Grosso com avanço ligeiramente superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior. Segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o clima mais seco previsto para as próximas semanas deverá acelerar os trabalhos no campo a partir de junho.

Maior produtor nacional do cereal, Mato Grosso deverá colher 52,6 milhões de toneladas de milho nesta temporada, volume que representa recuo de 5% em relação ao recorde histórico da safra passada. Mesmo com a redução na produção, o Estado mantém forte protagonismo no abastecimento interno, nas exportações e na produção de etanol de milho.

Colheita ganha ritmo no Estado

De acordo com o levantamento do Imea, até o dia 22 de maio, os produtores haviam colhido 0,57% da área cultivada no Estado, percentual 0,26 ponto percentual acima do registrado no mesmo período da safra anterior.

A região Médio-Norte lidera o avanço das máquinas, com 1,18% da área já colhida. O desempenho antecipado é atribuído às boas condições climáticas registradas durante parte do desenvolvimento das lavouras.

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O instituto destaca que a tendência é de aceleração significativa da colheita nas próximas semanas, especialmente devido à previsão de redução das chuvas em junho.

“A expectativa é que a colheita ganhe maior ritmo a partir de junho, visto que, para as próximas semanas, não são previstos volumes expressivos de chuva, favorecendo o avanço das atividades”, informou o Imea em boletim.

Produção recua, mas safra segue robusta

Apesar da previsão de queda anual de 5% na produção, Mato Grosso continuará registrando uma das maiores safras de milho de sua história. A redução ocorre principalmente em função da expectativa de produtividade menor em algumas regiões.

Por outro lado, a área plantada cresceu 1,8% nesta temporada, alcançando 7,39 milhões de hectares, reforçando a importância estratégica da cultura para a economia agrícola estadual.

O Imea ressalta que grande parte das lavouras apresenta bom desenvolvimento vegetativo, sobretudo nas áreas semeadas dentro da janela ideal de plantio, sustentando uma perspectiva positiva para o fechamento da safra.

Milho de MT abastece etanol e exportações

O milho produzido em Mato Grosso possui papel fundamental no abastecimento das usinas de etanol do Estado, atualmente o maior produtor brasileiro do biocombustível fabricado a partir do cereal.

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Além disso, os volumes colhidos no Estado também impulsionam as exportações brasileiras de milho, que tradicionalmente ganham força no segundo semestre, especialmente com a demanda internacional aquecida.

Com o avanço da colheita e o clima mais favorável, o mercado acompanha a evolução da oferta brasileira, fator que poderá influenciar os preços internos do cereal nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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