Agro News

Café inicia o dia em alta com valorização do arábica e robusta nas bolsas internacionais

Publicado

O mercado de café começou esta terça-feira (17) em alta, com valorização nos contratos futuros de arábica e robusta nas principais bolsas internacionais. O movimento reflete um cenário de sustentação nos preços, com agentes atentos à oferta global e ao fluxo de negociações.

Arábica avança na Bolsa de Nova York

Os contratos futuros do café arábica operam em alta na abertura do pregão na Bolsa de Nova York, com ganhos nos vencimentos mais líquidos para 2026:

  • Maio/26: 298,45 cents por libra-peso, alta de 5,60 pontos
  • Julho/26: 290,95 cents por libra-peso, avanço de 4,70 pontos
  • Setembro/26: 281,65 cents por libra-peso, valorização de 3,55 pontos

O desempenho confirma um ambiente de firmeza nas cotações logo no início das negociações.

Robusta também sobe na Bolsa de Londres

O café robusta acompanha o movimento positivo e registra valorização nos contratos negociados na Bolsa de Londres:

  • Maio/26: US$ 3.502 por tonelada, alta de US$ 27
  • Julho/26: US$ 3.425 por tonelada, avanço de US$ 30
  • Setembro/26: US$ 3.349 por tonelada, valorização de US$ 27
Leia mais:  Degradação ambiental ameaça produção agrícola e economia da Europa, revela estudo

A alta simultânea das duas variedades reforça o suporte aos preços no mercado internacional.

Oferta global segue no radar do mercado

A sustentação das cotações está diretamente ligada à atenção dos agentes à disponibilidade global de café. O equilíbrio entre oferta e demanda continua sendo determinante para o comportamento dos preços.

O mercado permanece sensível a possíveis restrições na produção, fator que contribui para o viés positivo observado neste início de sessão.

Volume elevado pode indicar volatilidade

O volume negociado nos contratos mais próximos chama atenção e demonstra forte participação dos agentes já na abertura do dia. Esse cenário pode resultar em maior volatilidade ao longo do pregão.

Produtores devem monitorar oportunidades

Para produtores e negociadores, o cenário indica um mercado firme, com oportunidades de comercialização. No entanto, é fundamental acompanhar as oscilações ao longo do dia.

Fatores macroeconômicos e condições climáticas seguem no radar e podem influenciar diretamente o comportamento das cotações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Capobianco recebe de instituições ambientais relatório sobre áreas públicas não destinadas

Publicado

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, recebeu no ministério, na última sexta-feira (12/6), representantes de instituições ambientais, que apresentaram um relatório sobre áreas públicas não destinadas nas bacias hidrográficas dos rios Juruá e Purus, no Amazonas. O momento representa um gesto de aproximação entre as entidades e o poder público. 

Durante o encontro, Capobianco destacou o trabalho que o MMA desenvolve na região há cerca de um ano. “Nós também estamos trabalhando nessa região intensamente, com trabalho de campo, para organizar uma ação coordenada, que tem como um dos principais objetivos, além da conservação, a promoção do desenvolvimento local. E esse desenvolvimento local passa por vocês, porque vocês é que estão lá”, afirmou. 

O ministro relembrou que a área teve uma redução importante no desmatamento, desde 2023. De acordo com o Prodes, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o desmatamento caiu 50% na Amazônia entre 2022 e 2025. “Foi uma redução bem intensa mesmo, em função da nova presença nossa junto com vocês lá”, destacou. 

Leia mais:  Barretos se prepara para o maior rodeio na América Latina

Novas Unidades de Conservação (UCs) devem ser criadas, nos próximos meses, para auxiliar na preservação ambiental da região, segundo Capobianco. Além disso, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) conduz estudos para o reconhecimento de novas terras indígenas, com 18 territórios contemplados na primeira fase.  

Entrega de documento 

Sobre o relatório entregue pelas entidades ambientais, Capobianco garantiu que as informações serão cruzadas com dados já reunidos pelo Governo do Brasil e que a situação das terras públicas não destinadas será analisada atentamente.  

Elas são terras públicas do povo brasileiro, um patrimônio de todo o país. Realmente essa destinação é fundamental porque nós temos que romper essa ideia de que por elas não estarem ainda destinadas como terra indígena, terra quilombola, Unidade de Conservação, fica parecendo que não é de ninguém. Então, eu vejo aqui uma confluência importantíssima, complementa o ministro. 

O Relatório Técnico de Mapeamento Participativo de Demandas Sociais sobre Áreas Públicas Não Destinadas foi construído coletivamente por populações das bacias dos rios Juruá e Purus. O documento foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), em parceria com a Articulação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (Apiam), o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS-Amazonas), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), a Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (Focimp), a Operação Amazônia Nativa (Opan), o Instituto Juruá, o Instituto Mamirauá e a Organização dos Povos Indígenas do Juruá (Opiju). 

Leia mais:  Plantio de soja 2024/25 começa com atraso devido à seca no centro-oeste

A entrega resultou do workshop “Construindo soluções sustentáveis e coletivas sobre as áreas públicas não destinadas na bacia do Juruá e Purus”, realizado entre os dias 16 e 18 de março, em Manaus (AM). Na ocasião, representantes locais elaboraram coletivamente mapas com sugestões para a destinação e a regularização de glebas federais e estaduais apontadas como prioritárias pelo Governo do Brasil, além de vazios geográficos.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA

(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana