Educação

Câmara analisa aplicação da lei para apoio psicológico nas escolas

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Nesta quinta, 14 de agosto, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), participou de audiência pública da Comissão Especial do novo Plano Nacional de Educação (PNE) – 2024-2034 para debater a implementação de serviços de psicologia e serviço social em escolas públicas. O encontro faz parte da série de debates que a Câmara dos Deputados tem promovido para analisar o PNE.

A pasta foi representada pela diretora de Articulação com os Sistemas de Ensino, Maria Selma Rocha. Segundo ela, o Conselho Nacional de Educação (CNE) está discutindo diretrizes para o trabalho de psicólogos e assistentes sociais, e estas diretrizes devem estar prontas em novembro. “Quero dizer que uma das grandes perspectivas que marcou a nossa formulação no Plano Nacional de Educação é, justamente, o trabalho intersetorial. Então, essa é uma perspectiva necessária para a garantia do cumprimento do Plano Nacional e para que a educação tenha, de fato, um lugar estratégico no projeto de desenvolvimento do país”, afirmou.

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Durante sua fala, a diretora ainda explicou que o PNE possui uma série de estratégias que têm relação com o aporte e o apoio desses profissionais no desenvolvimento do trabalho pedagógico das escolas. “O cumprimento da lei será tanto mais eficaz na medida em que as escolas estejam juntas pensando os seus problemas com a mediação de profissionais como os assistentes sociais e os psicólogos”, concluiu.

Participantes – A audiência, presidida pelo deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ), também contou com as participações de Raquel Souza Lobo Guzzo, do Conselho Federal de Psicologia (CFP); Marciângela Gonçalves, conselheira vice-presidente do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS); e Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Grupos do PET são orientados sobre uso de recursos

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Durante o webinário, realizado nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) foram orientados sobre os pagamentos e o uso de recursos do programa. O encontro, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Banco do Brasil (BB) e Comissão de Prestação de Contas do PET, apresentou as etapas de operacionalização e os procedimentos necessários ao sistema, a fim de ajudar as instituições de ensino superior, as pró-reitorias responsáveis pelo PET e os professores tutores quanto à correta utilização dos recursos. A transmissão está disponível no canal do MEC no YouTube e contou com mais de 400 pessoas acompanhando ao vivo, somando os participantes da live e da plataforma de vídeo. A disponibilização na plataforma do YouTube permitirá que as orientações possam ser revistas pelas instituições, pelos tutores e pelos integrantes da comunidade PET sempre que necessário. 

“Essa gestão tem um profundo reconhecimento pelo PET e sabemos da importância que o programa tem para o processo de formação dos estudantes e de integração de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus Vinicius David. “Por conta disso, e respondendo a uma demanda antiga das instituições, nos esforçamos muito neste ano para adiantar o pagamento de custeio do programa, que será feito ainda neste mês, garantindo que as equipes tenham tempo hábil para executar efetivamente os recursos do programa”, anunciou. 

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O webinário contou com a participação dos coordenadores de grupos do PET de várias regiões do Brasil. Na ocasião, foi divulgado o calendário de homologação do custeio pelas instituições e abordados temas como o envio das informações ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a disponibilização dos valores por meio do Cartão-Pesquisador; as regras para uso dos recursos; as principais vedações previstas na regulamentação; e os cuidados necessários para a futura prestação de contas. 

Durante o encontro, as equipes esclareceram dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que funciona como marco inicial para a utilização dos recursos. Para auxiliar os grupos, o MEC também criou um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio do PET.  

Orçamento – Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em recursos de custeio a 881 grupos do PET em todo o país. A ação integra o esforço do MEC em garantir a liberação dos recursos ainda no primeiro semestre do ano, fortalecendo o planejamento para as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelos grupos. 

O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos PET, observadas as finalidades previstas na Resolução CD/FNDE nº 36/2013, que estabeleceu os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos aos respectivos professores tutores. A sua utilização só é permitida após a efetivação do crédito no Cartão-Pesquisador.  

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PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, com alterações da Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação, e bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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