Política Nacional

Câmara homenageia artistas que se destacam por meio do humor; assista

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O Prêmio Paulo Gustavo, concedido pela Câmara dos Deputados, foi entregue na quarta-feira (26) a cinco personalidades que fazem do humor ferramenta de valorização da cultura brasileira.

Os agraciados desta edição foram:

  • o grupo Anjos do Picadeiro;
  • o educador Matheus Buente;
  • a atriz, humorista e roteirista Lívia La Gatto;
  • a artista e cientista Mari Kruger; e
  • o ator, roteirista, escritor e comediante Gregório Duvivier. 

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que propôs a criação do prêmio em memória do legado do ator, morto em decorrência da Covid-19, em 2021, destacou a importância do humor para a sociedade.

“O Paulo Gustavo sempre dizia: ‘Rir é um ato de resistência’. O humor é coisa séria, e esse prêmio não só homenageia o Paulo, mas também dá relevância a essa arte que transforma vidas a partir do riso”, disse. 

Um dos agraciados neste ano, Gregório Duvivier afirmou que a comédia é a mais popular das artes.  “Então, nada faz mais sentido do que ela ocupar a Casa do povo.”

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Como é feita a escolha
A escolha dos agraciados é feita, por voto secreto, pelo Conselho Deliberativo do prêmio, composto pela 2ª secretária da Câmara dos Deputados e pelos membros da Comissão de Cultura.

Os vencedores recebem um diploma de menção honrosa, em solenidade na Câmara dos Deputados.

Da TV Câmara
Edição – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova penas mais rígidas para exploração de recursos naturais em terras indígenas

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou proposta que endurece as penas para quem explorar matéria-prima em terras tradicionalmente ocupadas por povos indígenas.

O texto altera a lei de crimes contra a ordem econômica e prevê pena de reclusão, de dois a dez anos, e multa para o crime contra o patrimônio da União, em caso de exploração ilegal de matérias-primas em terras indígenas.

O texto aprovado é a versão da deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) ao Projeto de Lei 959/22, do ex-deputado Leo de Brito (AC). O projeto inicial aumenta de um a cinco anos de detenção para dois a seis anos.

Segundo Xakriabá, a aprovação representa um avanço no combate à exploração ilegal de recursos em terras indígenas, e também um ato de “justiça histórica e de reafirmação da dignidade da pessoa humana como fundamento da República”, consagrando os povos originários como sujeitos de direitos e aliados indispensáveis na preservação da vida e do meio ambiente.

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Xakriabá afirmou que a proteção das terras indígenas guarda relevância estratégica para o Brasil e para o mundo. “Nós, povos originários, desempenhamos papel essencial na preservação ambiental, utilizando conhecimentos ancestrais e práticas sustentáveis que assegurem a integridade de biomas cruciais”, disse, ao defender a defesa dos direitos indígenas como política de enfrentamento da crise climática e da perda de biodiversidade.

Crimes ambientais
A proposta também altera a Lei dos Crimes Ambientais para aplicar a mesma pena (6 meses a 1 ano de detenção) dos que extraem irregularmente recursos minerais para quem:

  • colocar em risco a vida ou saúde de pessoas;
  • causar significativo impacto ambiental;
  • utilizar máquinas ou equipamentos pesados de mineração; ou
  • realizar a atividade mediante ameaça ou com emprego de arma.

Caso o crime seja praticado em terras indígenas, a pena será aumentada até o dobro. Quem financiar esse tipo de ação poderá ter até três anos de detenção.

Próximos passos
O projeto será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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