Mato Grosso

Câmera do Vigia Mais MT auxilia na prisão de suspeito que perseguia estudante de 14 anos

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Um homem, 42 anos, suspeito de perseguir uma adolescente, de 14 anos, foi preso nesta terça-feira (26.8) em Alto Boa Vista (971 km de Cuiabá) com auxílio de câmeras do programa Vigia Mais MT.

As imagens da câmera, instalada em frente à escola da vítima, mostram o suspeito abordando a adolescente. A estudante procurou a equipe da Polícia Militar que cumpria plantão em frente à escola e pediu ajuda.

A vítima relatou que há dias o suspeito a perseguia no caminho de sua casa para a escola, que ele teria gesticulado sinais de beijos, falado que tinha um presente para ela e teria a convidado para ir a sua casa.

O policial abordou o suspeito e com ele encontrou um presente que supostamente estaria sendo utilizado para atrair a vítima.

O suspeito recebeu voz de prisão por “stalker”, perseguição reiterada, e foi encaminhado à Delegacia de Polícia. Ele já possuía passagens por crimes relacionados a Violência Doméstica e tráfico de drogas.

As imagens foram colocadas à disposição da Polícia Civil para servir como prova durante a investigação sobre o caso.

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A câmera que gravou o suspeito perseguindo a estudante foi instalada em frente à escola da vítima, graças uma parceria das secretarias de Educação e de Segurança Pública de Mato Grosso.

A parceria, firmada em 2024, permitiu a instalação de mais de 5,5 mil câmeras do programa Vigia Mais MT nas escolas estaduais dos 142 municípios do estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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