A cidade de Vancouver, no Canadá, é uma metrópole multicultural e diversa. Graças aos seus cenários urbanos cercados por grandes paisagens naturais, também é um destino, digamos, versátil e capaz de se passar por outros lugares – já serviu como locação, por exemplo, para algumas produções, como os filmes da saga Crepúsculo e algumas séries do universo DC.
Ao planejar sua viagem, considere que para entrar no país os brasileiros devem portar um visto ou autorização eletrônica . Há muito para ver, mas as atrações mais famosas se concentram na área norte da cidade.
Três dias em Vancouver
Em um roteiro de três dias, comece com lugares que preservam o passado: visite o Museu de Vancouver e o Museu Marítimo para ficar por dentro da história da cidade. Depois, faça uma visita ao Mercado Público de Granville Island . Termine o dia desfrutando de um pôr-do-sol na praia de Kitsilano .
No segundo dia, dedique-se a explorar a Granville Island, começando pelo museu Science World e pela Biblioteca Pública de Vancouver . Vale se lançar às compras nos bairros de Gastown e Chinatown .
No último dia (ou quando as condições climáticas permitirem), aproveite as áreas verdes: desfrute do Stanley Park, no extremo norte da cidade. Não deixe de visitar o Vancouver Aquarium e relaxar na Teahouse de Stanley Park . Na outra ponta do parque, explore alguns pontos simbólicos da cidade, como o Farol Brockton Point.
Atrações imperdíveis
Saiba mais sobre as melhores atrações da cidade:
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Museu de Vancouver
A visita ao Museu de Vancouver é uma excelente oportunidade para começar a entender mais sobre a cultura da cidade e do Canadá. Situado em um território reconhecidamente indígena, o museu possui exposições que contam histórias sobre os povos que ajudaram a construir a região.
Próximo ao local também fica o Museu Marítimo de Vancouver , que possui coleções de artefatos navais e promove mostras sobre a história do país junto ao mar, com foco na costa do Pacífico, onde fica a cidade.
Situado na entrada da península de Granville, o Public Markettem várias opções interessantes de restaurantes para almoçar ou jantar. Lá também estão disponíveis produtos frescos e boas cervejas.
No fim do dia, vale visitar nos arredores a Kitsilano Beach, um lugar bem badalado e com várias opções de lojas.
Science World
O passeio ao Science Worldé interessante do início ao fim, começando pela arquitetura do edifício. Projeto originalmente para ser um centro de exposições, o prédio tem uma estrutura em forma de globo construída em meados dos anos 1980.
Como o nome do museu sugere, a instituição tem exposições sobre tudo que é relacionado à ciência, das menores células do corpo humano aos grandes avanços da tecnologia. Assim, é ótimo para levar as crianças. Os ingressos custam até 23,65 dólares canadenses para crianças e 34,85 para adultos (respectivamente, cerca de R$ 96 e R$ 142).
Gastown e Chinatown
Gastown, região histórica da península (que por lá eles chama de “ilha”), é excelente para tirar muitas fotos, especialmente no Steam Clock – um relógio a vapor que apita para indicar as horas. Nas proximidades ficam algumas das melhores ruas para fazer compras na cidade, como a famosa Robson Street , onde se vende de artesanato até as marcas mais luxuosas do mundo.
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Relógio a vapor é atração charmosa da Gastown Lucy Claire/Unsplash
Pela região está o Harbour Centre , o terceiro arranha-céu mais alto de Vancouver. Nele é possível subir com elevadores panorâmicos até o topo da torre e visitar um mirante panorâmico com 360º – chamado de Vancouver Lookout, o observatório tem entrada a 20,26 dólares canadenses para adultos (R$ 82).
Ao lado do bairro fica a Chinatown de Vancouver, que é a segunda maior do continente, atrás apenas de Nova York. A região tem diversas lojinhas com produtos diversos pelas ruas e fica entre o Centro da península e Gastown.
Além das lontras, tubarões e polvos, o aquário tem piscinas educativas nas quais as crianças podem tocar em alguns animais marinhos como anêmonas e estrelas do mar. Os ingressos custam a partir de 40 dólares canadenses (R$ 162).
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Stanley Park
Considerado o “coração verde” da cidade, o Stanley Park é o maior e mais antigo parque de Vancouver. Por lá você pode alugar uma bicicleta e percorrer toda a ciclovia do parque aproveitando tudo que há para ver: Vancouver tem a maior orla ininterrupta do mundo, o caminho de Seawall, com 28 km.
Seawall: 28km de orla sem interrupções dronepicr/CC BY 2.0/Wikimedia Commons
No interior do parque também circula um agradável trenzinho turístico que percorre alguns dos pontos de interesse do parque que é repleto de monumentos, totens e obras de arte dos primeiros povos que habitaram o local. Em uma das extremidades do parque fica o Farol Brockton Point (construído em 1914), de onde se tem uma vista privilegiada cercada pela brisa do mar.
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Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.
Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.
Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.
Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.
Como chegar
A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.
Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
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