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Capacitação impulsiona agricultura familiar e geração de renda no Centro de Minas Gerais

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Capacitação fortalece produção e renda no campo

Agricultores familiares da região Central de Minas Gerais participaram de uma capacitação voltada à melhoria do aproveitamento da produção e à geração de renda. A iniciativa foi realizada no município de Três Marias, com foco na redução de perdas no pós-colheita e na ampliação das oportunidades de comercialização.

O curso de Alimentos Minimamente Processados foi organizado pela Emater-MG, por meio da unidade regional e do escritório local.

Agregação de valor e acesso a novos mercados

A capacitação surgiu a partir da demanda dos próprios produtores, com o objetivo de incentivar a agregação de valor a frutas, hortaliças e legumes.

A proposta também busca ampliar o acesso a mercados institucionais, como:

  • Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE);
  • Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Além disso, a ação contribui para fortalecer o trabalho dos extensionistas que acompanham os agricultores na região.

Participação dos produtores e transformação no campo

Ao todo, 19 agricultores participaram da atividade. Entre eles está a produtora Ana Cláudia Fernandes Pereira, que há cerca de um ano decidiu, junto com a família, deixar a cidade para viver da produção rural.

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Segundo ela, o apoio da Emater-MG foi essencial desde o início da transição. A capacitação, de acordo com a produtora, trouxe conhecimento para melhorar a qualidade dos produtos, ampliar a variedade e agregar valor à produção.

Redução do desperdício e melhoria da oferta de alimentos

A agricultora Ana Lúcia Fernandes Pereira, integrante da associação local, destacou que o curso contribui diretamente para melhorar a oferta de alimentos destinados tanto aos programas institucionais quanto aos consumidores finais.

Já a produtora Reginalda Lima Pereira ressaltou a importância do aprendizado na redução do desperdício, permitindo melhor aproveitamento dos alimentos produzidos nas propriedades.

Boas práticas e fortalecimento da agricultura familiar

Durante o treinamento, os participantes receberam orientações sobre:

  • Boas práticas de fabricação;
  • Manipulação de alimentos;
  • Técnicas de processamento mínimo.

As atividades foram conduzidas por técnicos da Emater-MG, que destacam o impacto positivo da iniciativa no fortalecimento da agricultura familiar e da economia local.

Novas capacitações já estão programadas

A programação de cursos terá continuidade nos próximos dias. Novas capacitações estão previstas para:

  • 7 de abril, em Presidente Juscelino;
  • 8 de abril, em Araçuaí.
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O tema será “quitandas mineiras”, reforçando a valorização da produção regional e a diversificação das fontes de renda no campo.

Perspectiva: mais valor e sustentabilidade no campo

A iniciativa reforça a importância da qualificação técnica para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar. Ao reduzir perdas e ampliar o acesso a mercados, os produtores ganham competitividade e aumentam suas chances de permanência no campo com geração de renda e qualidade de vida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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