Cuiabá

Captação de órgãos no HMC atende receptores de Brasília e Porto Alegre

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Na manhã desta quinta-feira (27), foi realizada mais uma captação de órgãos no Hospital Municipal de Cuiabá Dr. Leony Palma de Carvalho (HMC). Dessa vez, a família de um homem de 45 anos tomou a nobre decisão de doar seus órgãos, salvando a vida de várias pessoas. Foram captados o fígado, os rins e as córneas.

A captação foi realizada com extrema responsabilidade e respeito, contando com o apoio de diversos especialistas da unidade hospitalar, que se dedicaram a garantir que os órgãos fossem aproveitados da melhor maneira possível. O procedimento ocorreu das 12h00 às 15h00 e teve início com um corredor de colaboradores entre a UTI e o Centro Cirúrgico, como forma de agradecimento e homenagem aos familiares presentes.

A equipe cirúrgica responsável pela captação veio de Brasília, composta por três integrantes: dois cirurgiões e uma enfermeira. O fígado foi encaminhado para Brasília junto com a equipe médica, onde uma paciente já aguardava o transplante. Já os rins foram enviados para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde havia receptores compatíveis. As córneas permaneceram em Cuiabá.

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A enfermeira Leila Luiza dos Santos Silva acompanhou todo o processo e explicou que toda a articulação de quem realiza a captação e para onde os órgãos serão enviados é feita pela Central Estadual de Transplantes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Além disso, esse protocolo atende às diretrizes da Comissão Nacional de Transplantes, garantindo que todas as etapas do procedimento sejam conduzidas com segurança e responsabilidade.

A captação contou com a participação essencial da Rede Estadual de Transplantes, do HMC, do Instituto Médico Legal (IML) e da SES-MT, que atuaram conjuntamente para viabilizar o procedimento e garantir que os órgãos chegassem aos pacientes que aguardavam pelo transplante.

O diretor-geral do HMC, Israel Paniago, reforçou a importância da doação de órgãos, destacando que gestos como o da família do doador ajudam a salvar vidas e proporcionam uma nova perspectiva de esperança para famílias que enfrentam a difícil espera por um transplante. “Esse é mais um exemplo de como o amor e a generosidade podem transformar a dor em esperança. O Hospital Municipal de Cuiabá se solidariza com a dor da família e agradece imensamente pela decisão, que garantirá a chance de vida para outras pessoas”, declarou o gestor.

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A imagem ilustra o momento em que ocorre a cirurgia de captação de órgãos do paciente doador. Na foto, aparecem três profissionais usando jalecos, máscaras e toucas cirúrgicas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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