O período de folia também pode ser utilizado para descansar.
Por Guilherme Giagio
Carnaval é sinônimo de agito, marchinha e bloquinhos, não é mesmo? Na verdade, às vezes não. Há quem prefira utilizar o feriado para relaxar e descansar bem distante da folia. E pode não parecer, mas essas pessoas são maioria!
Segundo pesquisa do Instituto Locomotivo e QuestionPro, 65% das pessoas não pretendem pular Carnaval. Desses, 58% planejam ficar em casa, enquantos 16% querem passear pela cidade e 13% vão trabalhar no feriado. A pesquisa entrevistou 1.333 pessoas entre 3 e 17 de fevereiro.
Os grandes centros carnavalescos do Brasil já são reconhecidos, é o caso Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Olinda (PE). Do outro lado, ainda há dúvida: quais os melhores locais para relaxar longe da folia? O portal iG te conta!
A Chapada dos Veadeiros, localizada em Goiás, é o local ideal para quem busca paz e conexão com a natureza. Cachoeiras cristalinas, trilhas e uma energia revigorante, o destino atrai turistas que desejam fugir do agito e aproveitar o contato com o cerrado brasileiro.
A cidade de Alto Paraíso de Goiás, principal base para os viajantes, conta com pousadas e uma elogiada gastronomia. As Chapadas dos Guimarães (MT) e Diamantina (BA) também são outras boas opções.
No litoral do Paraná, a Ilha do Mel é ideal para quem busca tranquilidade e praias praticamente desertas. O acesso à ilha é limitado, o que garante uma atmosfera pacata, sem grandes movimentações de turistas.
O local não permite carros, favorecendo passeios a pé ou de bicicleta. Além disso, as trilhas levam a paisagens paradisíacas, como a Praia do Farol e a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres.
Se a intenção é trocar o calor e o barulho por um clima mais ameno e curtir momentos de sossego nas montanhas, a Serra Catarinense é uma ótima opção. Regiões como Urubici e São Joaquim oferecem hospedagens, vinícolas e cachoeiras impressionantes.
A charmosa cidade histórica de Tiradentes é um convite ao descanso e à cultura. Embora tenha festas carnavalestas, passa distante das multidões de grandes centros. Por isso, pode ser a escolha ideal para quem quer aliar conforto com uma dose certa de curtição.
As ruas ruas de pedra, casarões coloniais e a famosa gastronomia mineira conquistam os visitantes que preferem um Carnaval mais tranquilo. Além dos passeios culturais, há opções de spas e pousadas com clima aconchegante, ideais para relaxar.
Conhecida como o ‘Caribe da Amazônia’, Alter do Chão é o destino perfeito para quem quer fugir do agito carnavalesco e se refugiar em praias de rio com águas cristalinas. A vila, que fica no Pará, oferece passeios de barco, trilhas pela floresta e um ambiente tranquilo, longe das multidões. Em fevereiro, é possível aproveitar a beleza natural sem grande movimentação de turistas.
O Ministério do Turismo (MTur) prorrogou até 10 de julho o prazo para participação na pesquisa que vai mapear o turismo pet friendly no Brasil. Realizado em parceria com a Unesco, o levantamento é voltado a tutores de pets, gestores públicos e privados e representantes do setor, como hotéis, restaurantes e atrativos turísticos. As informações coletadas vão subsidiar a elaboração de um manual de boas práticas e de um guia para orientar turistas e empreendimentos do segmento.
Para participar da pesquisa, que vai até 10 de julho, clique aqui.
Um dos materiais produzidos será o Manual de Boas Práticas para o Turismo Pet Friendly, que orientará empreendimentos e prestadores de serviços sobre como adaptar seus espaços e receber bem as famílias com seus pets.
Também será produzido o Guia Nacional de Turismo Pet Friendly, feito sob medida para os tutores, trazendo orientações valiosas sobre convivência em viagens e indicando os melhores destinos, serviços e experiências de destaque em todo o Brasil.
No mês passado, a jornalista e especialista em mercado pet, Marília Fernanda de Andrade e Brites Figueiredo, foi a profissional escolhida (por meio de edital) para realizar estudos, levantamento e a organização de informações sobre o segmento no Brasil.
Essa consulta popular faz parte da segunda fase do projeto. O objetivo principal é reunir dados que ajudem a criar políticas públicas efetivas, de ponta a ponta, para o setor, através do mapeamento do perfil dos viajantes e dos desafios operacionais de quem recebe os animais.
Por João Pedrini Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
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