Mato Grosso

Casa Silva Freire inicia 2026 com oficinas, lives e ações formativas

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Com o apoio da Secretaria de Esporte de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a Casa de Cultura Silva Freire (CSF) inicia o ano com uma programação dedicada à experimentação artística, à formação cultural e ao diálogo entre arte, cidade e território. Ao longo de janeiro, a CSF promove oficinas, realiza o programa Conversas ao Pé do Cajueiro e visitas mediadas, iniciativas que reafirmam a vocação de espaço de memória, criação e pensamento crítico em Cuiabá.

Com ações que articulam literatura, artes visuais, teatro, educação e memória, a programação de janeiro da Casa Silva Freire convida públicos distintos a ocupar o espaço como território vivo de encontro, escuta e invenção.


Entre as atividades previstas está a continuidade das Oficinas de Experimentação Poética, conduzidas pelo artista-escritor Caio Ribeiro. O próximo encontro está marcado para esta sexta-feira (16.1), às 14h, e tem como tema a poesia eletrônica, propondo investigações sobre as relações entre palavra, tecnologia e novos meios de criação literária. As inscrições podem ser feitas aqui.


O programa Conversas ao Pé do Cajueiro também integra a agenda do mês. O próximo episódio vai receber o Coletivo JuMtos, em uma conversa que abordará processos coletivos de criação e suas relações com o território. A transmissão acontece ao vivo, às 17h, pelo canal da Casa Silva Freire no YouTube.

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Ainda em janeiro, a CSF estreia a Oficina de Teatro com bebês e crianças pequenas, “Águas do Cerrado”, com o artista e pesquisador André Ferreira e a professora Dra. Daniela Freire. A atividade acontece nos dias 24 e 31 de janeiro, às 9h, e propõe experiências sensoriais e poéticas a partir do corpo, da água e do imaginário do Cerrado, voltadas ao público da primeira infância.


A programação do mês conta também com as Visitas Mediadas, que apresentam ao público a exposição permanente, o acervo e documentos do poeta Benedito Sant’Ana da Silva Freire, além de obras de artistas que dialogam com a poética dele. As visitas acontecem mediante agendamento, em datas e horários a serem confirmados.

Casa Silva Freire

A Casa de Cultura Silva Freire é uma associação sem fins lucrativos apoiada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), certificada como Ponto de Cultura (MinC) e Ponto de Memória (Ibram). O espaço abriga o Acervo Silva Freire (CPDOCSF), com documentos, obras e objetos do poeta, além de uma programação contínua voltada à arte, à literatura e à educação cultural.

Programe-se:
Casa de Cultura Silva Freire – Janeiro
• Oficina de Experimentação Poética
Tema: Poesia Eletrônica
Com: Caio Ribeiro
Data: 16/1 (sexta-feira)
• Conversas ao Pé do Cajueiro
Convidado: Coletivo JuMtos
Horário: 17h
Data: 27/1 (terça-feira)
• Oficina de Teatro com bebês e crianças bem pequenas
Tema: Águas do Cerrado
Com: André Ferreira e Daniela Freire
Datas: 24 e 31 de janeiro (sábados)
Horário: 9h
• Visitas Mediadas
Agendamento: (65) 98127-3268
agendamento@casasilvafreire.org.br
Rua Cândido Mariano, 707 – Centro Histórico, Cuiabá (MT)
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*Com informações da assessoria da Casa Silva Freire

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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