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Castrolanda reduz custos e aumenta eficiência com automação e governança de cadastros no SAP

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A Cooperativa Agroindustrial Castrolanda, uma das maiores do setor no Brasil, implementou um sistema de automação e governança de cadastros para otimizar a operação do SAP, centralizando informações de cooperados, fornecedores, clientes e materiais. A medida visa garantir qualidade, consistência e rastreabilidade dos dados que sustentam todos os processos da cooperativa, desde compras e produção até finanças e fiscal.

Redução de tempo e aumento da produtividade

Com a adoção da plataforma MDM+ BRO, da Akquinet Brasil, a Castrolanda conseguiu automatizar 84% dos processos de cadastro, incluindo 96% de materiais, 83% de fornecedores e 74% de cooperados. O tempo necessário para realizar cadastros caiu 72%, permitindo que a equipe concentre esforços em atividades estratégicas e operacionais de maior valor.

Tamiris Ribas, supervisora da Central Fiscal da cooperativa, destaca:

“O novo sistema eliminou lentidão e erros manuais, garantindo mais segurança e precisão aos dados. Hoje, conseguimos dedicar mais tempo a tarefas estratégicas, aumentando a produtividade e melhorando a experiência dos clientes.”

Integração e centralização de dados

Todos os cadastros passaram a ser centralizados na Central Fiscal de Cadastro, garantindo integridade e precisão das informações. A solução permitiu integração online entre os diversos sistemas da cooperativa, além de reduzir custos ao eliminar cinco sistemas anteriormente utilizados. Consultas a órgãos públicos e validação de dados também se tornaram mais ágeis e eficientes.

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Implementação simplificada sem necessidade de integração externa

O MDM+ BRO é um add-on para SAP, instalado diretamente no ambiente da cooperativa, dispensando processos complexos de integração de plataformas. Os dados inseridos no SAP são automaticamente validados e processados, proporcionando uma única fonte da verdade e evitando informações duplicadas ou desatualizadas.

Leonardo Libardi, CEO da Akquinet Brasil, comenta:

“Simplificamos a gestão de cadastros na Castrolanda, oferecendo uma ferramenta amigável que melhora a acurácia analítica e a tomada de decisão, ao mesmo tempo que automatiza processos críticos para a operação.”

Escala e complexidade da operação da Castrolanda

Fundada em 1951 por imigrantes holandeses em Castro (PR), a cooperativa reúne mais de 1.200 cooperados e 25 unidades de negócios espalhadas por Paraná, São Paulo e Tocantins. A diversidade de produtos inclui laticínios, batata, suínos e carne de cordeiro, tornando a gestão eficiente de dados crítica para operações integradas e sem interrupções.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Marrocos suspende tarifas de importação sobre ovinos vivos e carnes bovina, ovina, caprina e camelídea até dezembro de 2026

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que o Governo do Reino do Marrocos publicou, em 27 de julho de 2026, o Decreto nº 2.26.584 e a Circular nº 6762/211, da Administração das Alfândegas e Impostos Indiretos, suspendendo a cobrança do direito de importação sobre:

  • ovinos domésticos vivos (posição tarifária 0104.10.90.10); e
  • carnes das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posições tarifárias 02.01, 02.02, 02.04 e 0208.60).

A medida está em vigor desde 27 de julho e permanecerá válida até 31 de dezembro de 2026. Ela se aplica às importações originárias de todos os países.

Para as miudezas de animais das espécies bovina, ovina, caprina e camelídea (posição tarifária Ex 02.06), permanece o direito de importação de 30%.

Segundo o governo marroquino, a decisão busca ampliar o abastecimento interno de carnes vermelhas. O censo pecuário de 2025 apontou uma redução de aproximadamente 30% do rebanho bovino do país, cenário atribuído aos períodos de seca e ao aumento dos custos com alimentação animal.

No comércio entre Brasil e Marrocos, as importações marroquinas de bovinos vivos destinados ao abate já são realizadas sob regime semelhante. Desde o fim de 2022, esses animais têm a cobrança do direito de importação suspensa quando importados dentro de contingentes tarifários anuais definidos pelo governo marroquino, fixados em 300 mil cabeças para 2026.

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Em 2025, as exportações brasileiras de bovinos vivos para o Marrocos somaram US$ 213,5 milhões, frente aos US$ 41 milhões registrados em 2024. No período, o Brasil respondeu por 46,7% das importações marroquinas desse produto. Já no primeiro quadrimestre de 2026, o Marrocos foi o segundo principal destino das exportações brasileiras de bovinos vivos.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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