Economia

CBA e a empresa Getter estão entre vencedores do Prêmio Finep de Inovação 2025 na região Norte

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O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), em parceria com a empresa Getter, foi um dos vencedores do Prêmio Finep de Inovação 2025 – Região Norte, entregue na quarta-feira (24/09) na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). O CBA levou o prêmio na categoria Transformação Digital da Indústria com o projeto “Uso de Inteligência Artificial na otimização do processo e controle da qualidade da manufatura da bioeconomia amazônica”.

Desenvolvido por pesquisadores do CBA e da empresa Getter, o projeto consiste no desenvolvimento de uma técnica inovadora, com uso de inteligência artificial, para reduzir a ação do fungo Aspergillus flavus, um dos microorganismos causadores da aflatoxina, um agente tóxico com presença bastante comum na castanha-do-brasil. Os estudos buscam reduzir os níveis de toxinas em sementes contaminadas, utilizando processos de inativação dos microrganismos ou até de quebra molecular para neutralizar as aflatoxinas.

“Esse prêmio mostra que estamos no caminho certo. É um reconhecimento nacional ao esforço de consolidar a Amazônia como referência em inovação e bioeconomia, aliando tecnologia de ponta e valorização da biodiversidade”, destacou o diretor-geral do CBA, Marcio Miranda.

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O Prêmio Finep de Inovação, promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), busca divulgar iniciativas inovadoras em prol do desenvolvimento sustentável e do fortalecimento da competitividade nacional. Os vencedores regionais concorrerão ao prêmio nacional de cada categoria, a ser entregue até o final de 2025, no Palácio do Planalto, em Brasília.

O CBA é um órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), instalado no Polo Industrial de Manaus, que tem como objetivo criar alternativas econômicas mediante a inovação tecnológica para o melhor aproveitamento econômico e social da biodiversidade amazônica de forma sustentável.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

MDIC inicia projeto para mapear bancos de germoplasma e fortalecer indústria de bioinsumos

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), realizou nesta semana a reunião de lançamento do projeto “Fortalecer a cadeia produtiva da indústria de bioinsumos nacional fornecendo um diagnóstico situacional dos bancos de germoplasma”. A iniciativa é resultado de um Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre o MDIC e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), em abril passado.

O projeto vai mapear e avaliar os bancos de germoplasma existentes no país, responsáveis pela conservação de material biológico utilizado em pesquisas, inovação e produção de bioinsumos. O trabalho inclui o levantamento das instituições atuantes, análises técnico-operacionais, estudo de referências internacionais e a definição de diretrizes para aprimorar a gestão dessas estruturas.

Para a secretária da SEV, Julia Cruz, o projeto representa um passo importante para fortalecer a infraestrutura de conhecimento que sustenta a indústria de bioinsumos no Brasil. “Com este diagnóstico, queremos enxergar com clareza o que o país já tem em seus bancos de germoplasma e transformar um conhecimento hoje fragmentado em informação acessível a pesquisadores, empresas e instituições”, afirmou.

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Além do diagnóstico, o projeto prevê a realização de grupos de discussão, capacitações técnicas e o desenvolvimento de uma plataforma digital que reunirá e disponibilizará as informações coletadas. Ao final dos trabalhos, os resultados serão oferecidos de forma aberta e transparente para toda a sociedade.

A iniciativa se soma a outras ações estratégicas conduzidas pelo MDIC para fortalecer a bioindústria brasileira. Entre elas está o TED recentemente celebrado com o Inmetro para a criação de um laboratório de referência voltado à qualidade e à rastreabilidade de insumos biológicos de interesse da bioindústria.

A reunião de abertura contou com a participação de representantes MDIC, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (Fundação Araucária) e da coordenação do projeto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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