Estão abertas as inscrições para o encontro de 20 Anos de Ouvidoria-Geral do Estado que será realizado no dia 8 de maio. Os interessados em participar têm até o próximo dia 03 para se inscrever. Além de comemorar as duas décadas, o evento discutirá a ouvidoria de forma estratégica e as melhores praticas de inovação na área, com especialistas de renome em nível nacional.
O evento também proporcionará uma importante reflexão sobre o papel desse instrumento de controle social nas instituições públicas, com destaque à sua contribuição para o fortalecimento da democracia, por meio da participação da sociedade. O encontro é voltado aos ouvidores e servidores da Rede de Ouvidoria do Poder Executivo Estadual, de outros poderes e esferas administrativas e ouvidores em geral.
Entre os palestrantes estão a ouvidora-geral do Governo do Distrito Federal, que falará sobre Inteligência Artificial e Governança de Serviços na Ouvidoria-Geral, Cecília Fonseca, e o superintendente de Mediação Administrativa e das Relações de Consumo da Agência Nacional de Energia Elétrica, André Ruelli, que abordará o Uso Estratégico das Informações de Ouvidoria.
Também participam do evento a presidente da Associação Brasileira de Ouvidores/ Ombusdsman, Adriana Alvim, que compartilhará com os presentes a temática Ouvidoria Estratégica, Guardiã do Diálogo Institucional, além do filósofo e servidor da CGE, Douglas Remonatto, que palestrará sobre Ética, Tecnologia e Ouvidoria.
As atividades de Ouvidoria, Transparência e Controle Social do Executivo Estadual são organizadas sob a forma de rede, coordenada pela Controladoria Geral do Estado por meio da Secretaria Adjunta de Ouvidoria-Geral e Transparência. Atualmente a rede conta com 38 ouvidorias setoriais e especializadas e mais de 80 servidores envolvidos na atividade.
O evento será realizado no auditório da CGE, das 08h30 às 17h30, com intervalo para almoço. Confira a programação completa e se inscreva AQUI.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.