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Chuvas impulsionam plantio de soja e milho no Brasil, aponta AgRural

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O avanço das chuvas nas principais regiões produtoras do país e o término do vazio sanitário em mais estados deram novo impulso ao plantio da safra 2025/26 de soja e milho no Brasil. Segundo levantamento da AgRural, o clima favorável acelerou as semeaduras e melhorou a umidade do solo, essencial para a germinação das sementes.

Soja avança para 3,2% da área

Até quinta-feira (25), 3,2% da área estimada para a soja no Brasil já havia sido semeada, frente a 0,9% na semana anterior e 2% no mesmo período do ano passado. O Paraná lidera o ritmo de plantio, enquanto Mato Grosso registrou aumento da velocidade após a melhora das condições de umidade em várias regiões do estado.

O cenário indica um início de safra mais acelerado em comparação ao ano anterior, favorecido pela combinação de chuvas regulares e condições sanitárias mais adequadas.

Milho verão: plantio atinge 32% da área no Centro-Sul

O plantio da primeira safra de milho, o chamado milho verão, alcançou 32% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, ante 25% da semana anterior e 30% no mesmo período de 2024.

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As chuvas recentes no Sul do país beneficiam o desenvolvimento inicial das lavouras, proporcionando boas condições para germinação e estabelecimento das plantas, mantendo o ritmo esperado para a safra.

Expectativa para as próximas semanas

A tendência é que, com a continuidade das precipitações e a manutenção da umidade do solo, o plantio da soja e do milho siga avançando de forma consistente nas regiões produtoras, garantindo condições favoráveis para o crescimento das culturas na primeira fase da safra 2025/26.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do feijão carioca segue firme em julho com oferta restrita e demanda aquecida da indústria

Publicado

O mercado brasileiro de feijão carioca começou o mês de julho mantendo os preços firmes para os grãos de melhor qualidade. A sustentação das cotações é resultado da oferta ainda restrita, mesmo com o início da colheita das áreas irrigadas do Cerrado, e da demanda contínua da indústria, que segue ativa diante dos baixos estoques.

De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os volumes iniciais provenientes das lavouras irrigadas ainda são insuficientes para alterar o equilíbrio entre oferta e demanda. Com isso, os melhores lotes continuam sendo negociados com boa valorização.

Oferta limitada mantém preços do feijão carioca sustentados

Apesar do avanço da colheita nas áreas irrigadas de Goiás e de outras regiões do Cerrado, a disponibilidade do feijão carioca permanece reduzida.

Os primeiros lotes colhidos apresentaram boa qualidade e encontraram forte receptividade da indústria empacotadora, que mantém o ritmo das compras para recompor estoques. Ainda assim, o setor acompanha de perto o aumento gradual da oferta esperado ao longo de julho, fator que poderá influenciar o comportamento dos preços nas próximas semanas.

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Enquanto isso, a colheita da segunda safra de feijão carioca no Paraná entra em sua fase final, marcando a transição entre importantes regiões produtoras do país.

Mercado apresenta comportamentos diferentes entre as variedades

O cenário não é uniforme para todas as categorias de feijão.

Segundo o Cepea, o feijão carioca de qualidade intermediária e o feijão preto seguem registrando oscilações distintas entre as regiões produtoras. As diferenças na disponibilidade, na qualidade dos lotes e no ritmo das negociações explicam os ajustes heterogêneos observados no mercado físico.

Essa dinâmica demonstra que a formação dos preços continua altamente dependente das condições regionais de oferta e demanda.

Feijão preto pode ganhar força nas próximas semanas

No segmento do feijão preto tipo 1, o encerramento da colheita no Paraná — principal produtor nacional — altera gradualmente a postura dos agentes de mercado.

A menor área cultivada nesta temporada, somada às perdas provocadas pelas adversidades climáticas, reduziu a disponibilidade dos lotes de melhor qualidade. Diante desse cenário, produtores e detentores de estoques mantêm posições firmes nas negociações, apostando em novas valorizações caso a oferta permaneça limitada.

Perspectivas para o mercado de feijão

A expectativa do setor é de aumento gradual da oferta ao longo de julho com o avanço da colheita irrigada no Cerrado. No entanto, enquanto esse crescimento ocorrer de forma moderada e os estoques da indústria permanecerem baixos, o mercado deverá continuar favorecendo os lotes de maior qualidade.

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Especialistas avaliam que a evolução da colheita, as condições climáticas nas principais regiões produtoras e o comportamento da demanda serão determinantes para o rumo dos preços nas próximas semanas.

Destaques do mercado
  • Oferta de feijão carioca de melhor qualidade continua restrita.
  • Indústria mantém compras para recompor estoques.
  • Colheita irrigada do Cerrado avança, mas ainda com baixo volume.
  • Paraná conclui a segunda safra de feijão carioca.
  • Feijão preto segue com perspectiva de valorização devido à menor oferta.
  • Mercado permanece atento ao aumento da disponibilidade durante julho.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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