Mato Grosso

Cia Raio promove capacitação de moto patrulhamento tático para policiais militares em Cuiabá

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Policiais militares da 24ª Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), da Polícia Militar de Mato Grosso, iniciou, nesta segunda-feira (10.3), um curso de motopatrulhamento para 31 policiais militares dos 15 Comandos Regionais de Mato Grosso.

A capacitação, que terá duração de quinze dias, tem como objetivo promover a especialização e aprimoramento técnico dos policiais militares para o desempenho de missões, em especial, as ocorrências relativas ao Programa Operação Tolerância Zero – combate às facções criminosas, criada pelo Governo do Estado de Mato Grosso.

O comandante do Raio, tenente-coronel, Wesmensandro Auto Rodrigues, explicou que durante o curso serão compartilhados conhecimentos teóricos e práticos sobre o diferencial de atuação do policiamento ostensivo por meio do uso de motocicletas, que garantem um melhor um tempo-resposta no atendimento das ocorrências no Estado.

“O motopatrulhamento tático oferece às equipes policiais, rapidez e mobilidade durante o policiamento. Os policiais chegam com uma maior agilidade porque possuem habilidades técnicas que os ajudam a transpor obstáculos, entrar em locais de difícil acesso e até mesmo sair de situações de congestionamentos de trânsito para dar apoio às viaturas da PM nos atendimentos rotineiros”, afirmou tenente-coronel Wesmensandro.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, ressaltou que este investimento em capacitação reflete o compromisso da Polícia Militar em garantir que os militares estejam devidamente preparados para enfrentar os desafios operacionais com eficácia e segurança.

“Essa capacitação vem de encontro às ações de enfrentamento e combate às facções criminosas em Mato Grosso. A Polícia Militar de Mato Grosso é uma das instituições que mais investe na capacitação dos militares, sendo uma referência no país e esse reconhecimento só foi possível devido aos investimentos do Governo do Estado, na entrega de armamentos, viaturas e equipamentos de segurança aos militares, nos últimos anos”, destacou o comandante-geral da PM, coronel Fernando.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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