Mato Grosso

“Cidadão vai ser atendido em condição igual aos melhores centros privados do mundo; estrutura é a mais moderna”, afirma presidente do Einstein

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O presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney Klajner, avaliou que o cidadão mato-grossense será atendido no Hospital Central, em Cuiabá, em uma condição comparável a dos maiores centros de saúde do mundo. A avaliação foi feita após uma visita às instalações da obra com o governador Mauro Mendes, na manhã desta quarta-feira (23.4).

Na terça-feira (22.4), foi assinado o contrato para o Einstein fazer a gestão do Hospital Central, que já está com 98% da obra concluída.

“O cidadão aqui de Mato Grosso vai ter a oportunidade de ser atendido numa condição que não deixa nada a desejar aos maiores centros privados do mundo. A estrutura é a mais moderna e capaz possível para uma medicina de alta complexidade, daquilo que se propõe o Hospital Central. Medicina de alta complexidade que fará parte de cirurgias complexas, hemodinâmica e uma infraestrutura que foi feita, dá para se perceber, com muito carinho e muito voltada à alta complexidade e, principalmente, não só ao processo de qualidade e segurança, mas também aquilo que nós achamos fundamental como política, que é a experiência de quem usa o serviço. Isso faz parte inclusive de processos de cura”, afirmou Klajner.

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O presidente do Einstein e outros diretores conheceram os setores de UTI pediátrica, UTI adulto, enfermaria pediátrica, enfermaria adulto e centro cirúrgico.

O governador Mauro Mendes destacou que o Hospital Central será o melhor hospital de Mato Grosso e ficará entre os melhores hospitais públicos do Brasil.

“Nós agradecemos muito a confiança que eles [Einstein] depositaram no Governo de Mato Grosso. Fechamos essa parceria e eles serão os responsáveis pela gestão e administração do hospital nos próximos anos. Esse trabalho inicia agora, após a assinatura do contrato. Existe uma previsão de quatro meses de pré-operacional e, a partir daí, o início das atividades clínicas, médicas, cirúrgica dentro do hospital”, pontuou.

Mato Grosso será o quarto estado do Brasil a ter um hospital público gerido pelo Einstein. O Hospital Central será o sexto hospital público a ser administrado pela organização.

A unidade ofertará 100% dos serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de forma gratuita para a população.

Acompanharam a visita o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, os diretores do Einstein, Eliezer Silva, Luciana Borges, Débora Pratali, Claudia Laselva, o gerente médico Felipe Almeida e a consultora de Comunicação Institucional, Alessandra Teixeira Muro.

Estrutura do Hospital Central

O Hospital Central, que foi ampliado em 23 mil m² e totaliza 32 mil m² de área construída, conta com uma previsão de investimento de R$ 221,8 milhões em obras e de R$ 240 milhões em equipamentos. Com 287 leitos, sendo 60 de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 36 de Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs) e 191 de enfermaria, o hospital foi projetado para atender às demandas de alta complexidade em saúde.

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A unidade será equipada com infraestrutura moderna e tecnológica para diagnóstico e tratamento de diferentes condições de saúde. Além de 11 salas cirúrgicas, o hospital contará com ressonância magnética, tomografia, ultrassom, raio-x, salas de encefalograma, hemodinâmica, endoscopia e colonoscopia. A previsão, por ano, é de realizar cerca de 32 mil consultas, 80 mil exames e 6,5 mil cirurgias.

Os profissionais que atuarão na unidade serão contratados pelo Einstein. A organização priorizará a mão de obra local, visando valorizar a cultura e qualidade profissional da região e ampliar as oportunidades de trabalho e empregabilidade local.

O Einstein também será responsável pela capacitação e treinamento desses profissionais, por meio do intercâmbio de conhecimento entre eles e as equipes que atuam em outras unidades do Einstein – tanto privadas como públicas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Governo de MT aumenta repasse à Santa Casa de Rondonópolis e prevê 300 mil procedimentos hospitalares por ano

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O Governo de Mato Grosso assinou, nesta segunda-feira (25.5), um termo para ampliar o repasse destinado à Santa Casa de Rondonópolis e fortalecer a assistência hospitalar de alta complexidade para toda a Região Sul do Estado.

Com investimento de R$ 22,3 milhões por mês, a iniciativa permitirá ampliar em mais de 75% a capacidade de atendimentos de média e alta complexidade da unidade hospitalar. Do valor total investido mensalmente, R$ 16,4 milhões serão destinados pelo Governo de Mato Grosso, R$ 5,5 milhões pelo Governo Federal e R$ 305,7 mil pela Prefeitura de Rondonópolis.

A expectativa é de que a Santa Casa realize aproximadamente 300 mil procedimentos hospitalares por ano, ampliando o acesso da população aos serviços especializados e fortalecendo a regionalização da saúde pública em Mato Grosso.

“Com o que nós vamos passar para o hospital da Santa Casa, daria para construir um novo hospital todo ano. Só que as pessoas que estão doentes agora, elas não aguentam esperar a construção do novo hospital. Elas não aguentam. Então, o que nós estamos fazendo aqui hoje, na prática, nós estamos abrindo um novo hospital regional em Rondonópolis.”, destacou o governador Otaviano Pivetta durante a solenidade.

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Segundo o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo, a ampliação do investimento representa um avanço importante para a assistência hospitalar da região e para a oferta de serviços de média e alta complexidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Foi elaborado um contrato de parceria, baseado em tudo que a Santa Casa tem capacidade de produzir e fornecer, para melhorar o atendimento à população. Em termos de meta e valor fincaneiro, essa nova proposta é três vezes maior do que o valor que até então era contratualizado para a unidade. Isso quer dizer que não é só pagando mais pelo que hospital faz, mas trazendo quantitativos pelos serviços novos e estruturação que possa suprir a necessidade da população”, destacou.

O diretor presidente da Santa Casa de Rondonópolis, Jaques Paul Gervais Polet, elogiou a iniciativa do Governo de Mato Grosso.

“Com a decisão de elevar o custeio da Santa Casa do Sul de Mato Grosso, o Governo do Estado, na figura do Otaviano Pivetta, não está somente preocupado com a saúde, mas com o desenvolvimento econômico e social da nossa região. Ninguém consegue felicidade na doença. Ninguém consegue desenvolvimento pessoal e profissional sendo enfermo. As repercussões desse novo posicionamento das autoridades terão, sem dúvidas, melhoria profunda dentro das nossas comunidades. A Santa Casa está à altura desse novo desafio. Mãos à obra”, avaliou.

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Já o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, elogiou a postura do Governo de Mato Grosso. “O Governo do Estado está entrando, está sendo parceiro, está tomando a decisão certa, uma decisão baseada na economicidade, na eficiência. Eu quero aqui parabenizar o governador em nome do povo de Rondonópolis, em nome do povo da região Sudeste, eu quero agradecer. E vamos juntos para melhorar a qualidade da população”

Também estiveram presentes os deputados federais José Medeiros e Fábio Garcia, os deputados estaduais Nininho e Sebastião Rezende, o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveria, a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira, o secretário Municipal de Saúde, Micael Vitorino, além do ex-secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo. Ainda compuseram o dispositivo secretárias adjuntas da SES, diretores do corpo administrativo da Santa Casa de Rondonópolis, prefeitos e vereadores da Região Sul.

Fonte: Governo MT – MT

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