Tecnologia

Ciência e inovação são pilares da nova indústria brasileira, destaca ministra do MCTI durante 11º Congresso de Inovação da CNI

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A titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, participou do 11º Congresso de Inovação da Confederação Nacional da Indústria, nesta quinta-feira (26). O evento é um dos principais espaços no País de diálogo entre governo, setor produtivo e academia. 

Durante o evento, a ministra destacou o protagonismo do MCTI na retomada da agenda de reindustrialização brasileira, com foco em bases tecnológicas, sustentáveis e inovadoras. Segundo ela, a política industrial em curso, alinhada à Nova Indústria Brasil (NIB), tem impulsionado resultados concretos, como o crescimento recente da indústria de transformação. “Não há como se ter um projeto de nação sem ciência e tecnologia. Falar sobre soberania é falar de autonomia tecnológica. É isso que garante competitividade, desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da população “, destacou a ministra.  

Luciana Santos também ressaltou o papel estratégico dos instrumentos de fomento à inovação, como o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), na ampliação dos investimentos e na aproximação entre empresas, universidades e centros de pesquisa. “Aprovamos o Plano de Aplicação de Investimentos FNDCT com o valor total de cerca de R$ 18 bilhões em investimentos. Além disso, temos a expectativa, por meio de um fundo de capitalização, de colocar no mercado aproximadamente R$ 24 bilhões. Em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social [BNDES], vamos manter juros competitivos para fortalecer a NIB”, comemorou. 

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A ministra enfatizou ainda que o Brasil reúne condições favoráveis para avançar nessa agenda, com base científica consolidada, matriz energética limpa e potencial industrial, destacando o compromisso do MCTI em transformar conhecimento em inovação, produtividade e valor agregado para o País. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil e África ampliam diálogo em educação, ciência e inovação durante fórum em Brasília

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Brasil e países africanos ampliaram nesta segunda-feira (25) a cooperação em ciência, tecnologia e inovação durante a abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, em Brasília (DF), com participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Luciana Santos. O evento reuniu dirigentes de universidades brasileiras e africanas, representantes do Governo do Brasil e instituições de cooperação internacional para ampliar parcerias nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação.   

Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o fórum busca fortalecer a colaboração estratégica entre instituições de ensino superior dos dois continentes, com foco em intercâmbio acadêmico, mobilidade estudantil e projetos conjuntos de pesquisa.   

Para a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, parcerias entre Brasil e países da África são fundamentais para o desenvolvimento. “O fortalecimento da cooperação científica e tecnológica com países africanos é um passo estratégico para o desenvolvimento soberano e sustentável do Sul Global”, ressaltou.  

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O presidente Lula destacou a importância da atuação do MCTI para o desenvolvimento conjunto com países do continente africano. “O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (Pbia) contempla duas linhas de financiamento para o trabalho conjunto entre África e América Latina, e isso ajuda no combate à dominação e dependência de países do norte global. Além disso, lançamos hoje mais uma chamada pública do PróAfrica, para ampliar e acelerar a nossa parceria”, destacou.  

A participação do MCTI reforça o compromisso do Brasil com a ampliação das relações diplomáticas e da cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação com países africanos. Nos últimos anos, o ministério vem fortalecendo iniciativas conjuntas em áreas estratégicas como transição energética, bioeconomia, biodiversidade, oceanos e inovação. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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