Mato Grosso

Ciopaer homenageia 45 personalidades com Medalha de Mérito Águia Uno

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Nesta quarta-feira (27.11), o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) homenageia 45 personalidades com a maior honraria da Aviação da Segurança Pública de Mato Grosso, a Medalha de Mérito Águia Uno.

O evento será realizado às 19h, no hangar do Ciopaer, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande.

A condecoração faz parte da comemoração de 18 anos da unidade, que é responsável por operações aéreas de resgate, salvamento e patrulhamento.

Serão homenageados civis e militares em razão dos méritos reconhecidos como inestimável valor ou pelos bons e relevantes serviços prestados ao Ciopaer no cumprimento de suas atribuições.

No ano passado, 47 personalidades foram condecoradas com a maior honraria da Aviação de Segurança Pública. Entre elas, estava a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

A Medalha de Aviação de Mérito Águia Uno foi criada em 2016 como forma de eternizar os nomes de homens e mulheres que, de alguma forma, contribuíram expressivamente com as atividades do Ciopaer em suas missões de segurança pública em Mato Grosso e outros Estados.

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Desde então, 250 personalidades civis e militares foram condecoradas com a Medalha Águia Uno.

Serviço:

Homenagem: Imposição da Medalha de Mérito Águia Uno do Ciopaer

Data: Quarta-feira (27.11) às 19h

Local: Hangar do Ciopaer, Aeroporto Internacional Marechal Rondon, Várzea Grande

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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