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Colheita de Alho em São Marcos Está Próxima e Vendas Devem Começar em Janeiro

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A colheita do alho na região de São Marcos, município da área administrativa de Caxias do Sul, deve ter início em breve, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. Produtores e técnicos acompanham o desenvolvimento das lavouras e projetam uma safra de qualidade satisfatória.

Qualidade dos Bulbos e Condições Sanitárias

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a sanidade das lavouras está adequada, com poucos casos de ferrugem e mancha-de-alternaria. Essa condição reforça a expectativa de uma produção consistente e com bom padrão de mercado.

Em algumas propriedades, produtores ainda realizam o corte do pendão, conhecido como “pito”, prática que favorece o crescimento e o desenvolvimento uniforme dos bulbos.

Comercialização Prevista para Janeiro

A instituição destaca que a comercialização do alho deve começar em meados de janeiro, após o período de cura do produto nos galpões. O atual momento é considerado de entressafra, e não há vendas significativas neste período.

Perspectivas da Safra

A expectativa é de que a colheita siga dentro do cronograma tradicional da região, com produção voltada tanto para o mercado interno quanto para atender demandas específicas do setor agroindustrial.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

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O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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