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Colheita de arroz no RS supera 93% e entra na fase final da safra 2025/26

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A safra de arroz 2025/2026 no Rio Grande do Sul avança para sua reta final, com a colheita alcançando 93,51% da área cultivada até o fim de abril. Os dados mais recentes indicam que já foram colhidos 834.057,23 hectares, de um total de 891.908 hectares semeados no Estado.

Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores, mantendo a tendência observada nas últimas semanas.

Regiões produtoras lideram avanço da colheita

As principais regiões arrozeiras do Estado já operam próximas da conclusão da safra, com destaque para:

  • Planície Costeira Externa: 97,47% da área colhida
  • Zona Sul: 95,86%
  • Planície Costeira Interna: 95,01%
  • Campanha: 94,00%
  • Fronteira Oeste: 93,26%

A Região Central apresenta o menor índice até o momento, com 85,17% da área colhida, ainda em fase mais ativa de operação.

Ritmo mais lento marca reta final da safra

O andamento da colheita segue em ritmo moderado, refletindo condições já apontadas em levantamentos anteriores. A desaceleração no campo tem sido um dos principais pontos de atenção nesta safra, embora não comprometa o avanço geral dos trabalhos.

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Levantamento final deve consolidar dados da safra

Com a conclusão da colheita se aproximando, será realizado um levantamento completo para consolidar os números da safra. O estudo deve incluir:

  • Área efetivamente colhida
  • Produtividade média
  • Índices de perdas no campo
Expectativa é de encerramento nos próximos dias

A tendência é que a colheita seja finalizada em breve, com o Estado caminhando para encerrar mais um ciclo produtivo relevante para o abastecimento nacional.

O desempenho final da safra gaúcha será determinante para o equilíbrio do mercado de arroz no Brasil, especialmente diante da importância do Rio Grande do Sul como principal produtor do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar fecha semana em alta nas bolsas internacionais e sinaliza recuperação nos preços

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O mercado global de açúcar encerrou a semana em alta, consolidando um movimento de recuperação nas principais bolsas internacionais. A valorização foi observada tanto em Nova York quanto em Londres, refletindo ajustes positivos ao longo da curva futura e maior firmeza nos preços externos.

Nova York registra ganhos consistentes

Na bolsa de Nova York, os contratos do açúcar bruto apresentaram avanço ao longo da semana. O vencimento julho/26 fechou cotado a 14,95 cents de dólar por libra-peso, com valorização de 0,34 cent.

Na mesma tendência, o contrato outubro/26 subiu para 15,39 cents/lbp, enquanto o março/27 avançou para 16,21 cents/lbp. Os contratos de prazos mais longos também registraram ganhos, indicando um movimento de recomposição dos preços no mercado internacional.

Londres acompanha valorização

Em Londres, na ICE Europe, o açúcar branco seguiu o mesmo ritmo de alta. O contrato agosto/26 foi negociado a US$ 446,50 por tonelada, com ganho de US$ 7,60.

Já o vencimento outubro/26 avançou para US$ 446,70 por tonelada, enquanto o dezembro/26 encerrou cotado a US$ 449,40, com alta de US$ 8,60. Os demais contratos também apresentaram valorização, reforçando o viés positivo no cenário externo.

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Mercado interno segue pressionado

No Brasil, o mercado físico não contou com atualização do indicador do açúcar cristal branco em São Paulo na sexta-feira (1º), em função do feriado do Dia do Trabalho.

A última referência disponível, datada de 30 de abril, aponta a saca de 50 quilos a R$ 97,91. O valor representa queda de 1,91% no dia e recuo acumulado de 7,16% no mês.

O movimento de baixa no mercado interno ainda reflete a pressão típica do início da safra, período marcado pelo aumento da oferta e maior disponibilidade do produto no mercado físico.

Cenário exige atenção do setor

Apesar da recuperação nas bolsas internacionais, o mercado brasileiro segue atento ao avanço da safra e ao comportamento da oferta nas próximas semanas. A combinação entre maior produção e dinâmica externa será determinante para a formação dos preços no curto prazo.

O cenário reforça a importância de monitoramento constante por parte dos agentes do setor, especialmente diante da volatilidade dos mercados globais e das condições de comercialização no mercado doméstico.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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