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Coliseu: como visitar o maior anfiteatro do mundo

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Coliseu: como visitar o maior anfiteatro do mundo
Maurício Brum

Coliseu: como visitar o maior anfiteatro do mundo

A Roma Antiga continua atraindo a admiração de milhares de pessoas. Um dos símbolos desse interesse é o Coliseu , um dos monumentos mais visitados da Itália. A construção que sobreviveu a séculos de história e foi declarada uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno também voltou às telonas neste ano, com o longa-metragem Gladiador 2 , estrelado pelos galãs Paul Mescal e Pedro Pascal. Conheça mais sobre essa história e saiba como visitar o local.

O anfiteatro flaviano

Talvez você nunca tenha escutado esse nome antes, mas este era o antigo e verdadeiro nome do Coliseu. Acredita-se que a nomenclatura atual só foi atribuída à construção graças ao Colosso de Nero – uma enorme estátua do imperador Nero que existia próxima dali. O anfiteatro começou a ser construído por volta do ano 70 d.C., durante o reinado de Tito Flávio Vespasiano, primeiro imperador da dinastia flaviana.

O objetivo da construção era reafirmar a crença em sua legitimidade como imperador, abalada após a sequência de quatro imperadores em um único ano depois da morte de Nero. No entanto, foi apenas durante o reinado de Tito, filho de Vespasiano, que uma inauguração com 100 dias de jogos celebrativos foi realizada.

Ao contrário de outros anfiteatros romanos, cravados em encostas naturais convenientes para apoiar a estrutura, o Coliseu foi erguido de forma totalmente autônoma utilizando um complexo de abóbadas e arcadas nas ordens dórica, jônica e coríntia. Com uma estrutura elíptica de 188 metros de comprimento, 156 metros de largura e 57 metros de altura cobertos por mármore de travertino, o Coliseu se tornou o maior anfiteatro de pedra da Roma Antiga.

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Vista interna da arena Jamie Quirke/Unsplash
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Com capacidade para 50 a 80 mil espectadores, a construção era dividida em cinco níveis de acordo com as classes da sociedade romana: os assentos mais próximos da arena eram reservados aos mais ricos e poderosos, enquanto os lugares superiores e mais afastados eram dispostos para as massas.

Em seu auge, o lugar foi completamente decorado e coberto de mármore, mas com o declínio do império romano, foi paulatinamente danificado e destruído, servindo como uma espécie de pedreira por mais de mil anos – os habitantes locais arrancavam pedaços da estrutura para construir outras coisas.

Para piorar, no século 14 um grande terremoto causou o desmoronamento de uma parte inteira do lado sul da construção, abrindo a icônica ruína visível até hoje. Foi apenas no século 18 que danos ao anfiteatro foram proibidos e só no século 19 começaram as obras de restauração e preservação.

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Como funciona a visita ao Coliseu?

Todos os visitantes que desejam conhecer o Coliseu precisam de ingressos, de preferência comprado com antecedência, evitando horas de fila na bilheteria. Além das entradas para grupos escolares, é possível comprar bilhetes individuais, bilhetes para grupos de 9 a 25 pessoas e os bilhetes para as visitas guiadas, disponíveis em italiano e inglês em todas as atrações. Clique aqui para acessar o site oficial para adquirir ingressos .

A maioria desses bilhetes também dá acesso aos sítios SUPER, um conjunto de 7 atrações adicionais para mergulhar na cultura do antigo Império Romano. O conjunto é formado pelo Criptopórtico Neroniano, o Museu Palatino, a Casa do Imperador Augustus, a Casa de Lívia, a Sala de Ísis ou Aula Isiaca, o Templo de Rômulo e a igreja de Santa Maria Antiqua.

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Os ingressos individuais variam entre 18 e 80 euros e estão divididos em 6 categorias: Domus Aurea , Super Forum Pass , 24h Somente Arena , Experiência Completa com Subterrâneos+Arena , Full Experience com Sótão e Membro Parco . Por uma taxa de 4 euros, é possível acrescentar a visita aos sítios SUPER para quem adquirir o ingresso do tipo 24h Somente Arena.

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Em geral, as diferenças de cada modalidade envolvem o número de lugares que se pode acessar (dentro e fora do Coliseu) e a validade do bilhete adquirido para fazer a visita. Nesta página é possível consultar os detalhes dos pacotes oferecidos na época de sua visita. O ingresso que entrega perfeitamente bem o essencial da atração é o 24h – COLOSSEUM, ROMAN FORUM, PALATINE, que permite visitar o Coliseu (mas não inclui arena, subterrâneo e nem os andares mais altos), mais o Fórum Romano e o Palatino.

Levando em conta que você já comprou o ingresso pela internet (não deixe para comprar na hora), leve consigo o passaporte porque ele será solicitado na entrada. Se optar pelo Roma Pass, que vale por 48 horas ou 72 horas, tenha em mente que será preciso ainda assim reservar horário para entrar no Coliseu e que estará sujeito a disponibilidade ( consulte o site ).

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Fonte: Turismo

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Turismo

No Amapá, Ministério do Turismo promove linha de crédito de mais de R$ 1 bilhão para empreendedores do setor

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O Ministério do Turismo (MTur) realizou nesta segunda-feira (8), em Macapá (AP), a 4ª edição do programa “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, iniciativa que orienta empresários e prestadores de serviços sobre o acesso às linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que dispõe de mais de R$ 1 bilhão para operações em 2026. 

Durante a agenda, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinou ainda um protocolo de intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para ampliar ações conjuntas de desenvolvimento regional e facilitar o acesso ao crédito, com prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O ministro destacou a importância dessa iniciativa. “O objetivo é claro: orientar empreendedores turísticos locais sobre como acessar financiamentos em condições extremamente vantajosas, por meio do Fungetur. Essa grande mobilização nacional chega com força total ao Amapá, dando continuidade a um circuito que percorrerá todo o país. O Fungetur é o combustível que o setor precisa. É uma linha de crédito desenhada para financiar capital de giro, a execução de obras e a aquisição de equipamentos”, afirmou.

O ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’ já passou por Salvador (BA), Fortaleza (CE), durante o Salão do Turismo, e João Pessoa (PB), como parte da programação do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, evento que debateu o protagonismo feminino no setor.

“Estamos falando de ‘recurso na veia’ para que principalmente os pequenos negócios – as pousadas, os restaurantes, as agências de viagens, os guias de turismo – possam promover melhorias reais nas suas atividades”, disse o ministro.

Também participam das agendas no Estado os ministros Waldez Góes, da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); e Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Sobre o protocolo, Gustavo Feliciano afirmou que o objetivo é fortalecer o setor. “Estamos assinando hoje, aqui, um Protocolo de Intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com meu amigo ministro Waldez Góes, para desenvolvimento do turismo regional. Vamos juntos construir políticas públicas para que mais empreendedores possam se desenvolver e oferecer o que o Brasil tem de melhor, que é a recepção calorosa do seu povo. Vamos facilitar o acesso ao crédito do Fungetur para que o turismo se fortaleça ainda mais”, complementou.

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A parceria prevê a elaboração de planos de ação conjuntos e a indicação, em até 30 dias, dos responsáveis pela execução das iniciativas. O protocolo terá vigência inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação.

A edição no Amapá do “Brasil Mais Crédito para o Turismo” foi realizada também no Oiapoque, onde o ministro cumpriu agenda pela manhã.

As ações do MTur nas duas cidades amapaenses preveem ainda orientações sobre o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) – sistema oficial do Ministério do Turismo que cadastra e regulamenta pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor turístico no Brasil (requisito para acesso aos financiamentos).

Em Macapá, o ministro falou ainda sobre uma política especial, implementada pelo Ministério do Turismo na semana passada, anunciada em João Pessoa (PB) e que dá apoio para mulheres empreendedoras do setor, que foram vítimas de violência doméstica.

 “Sabemos o quanto é difícil se reconstruir após um episódio assim. Por isso vamos  fortalecer as mulheres empreendedoras com crédito, para que elas possam voltar cada vez mais fortes e independentes”, disse.

Ele citou, também, o bom momento que o turismo brasileiro vive. “Estamos impulsionando o turismo local e reforçando o maior compromisso do governo do presidente Lula: a proteção e valorização da mulher, a geração de emprego, renda e inclusão social. Senhoras e senhores, o momento para o Amapá acelerar o turismo não poderia ser melhor. O desempenho positivo do setor no Estado acompanha os recordes nacionais que temos registrado em todo o Brasil, criando as condições perfeitas para que empreendedores apostem, invistam e acreditem no turismo como força econômica”, finalizou.

Fungetur

As linhas do Fungetur podem ser usadas para capital de giro, aquisição de equipamentos e obras, beneficiando principalmente pequenos negócios, como meios de hospedagem, restaurantes, agências de turismo, guias e demais empreendedores da cadeia turística.

Entre 2018 e 2026, o Fungetur acumulou 14.789 operações contratadas no país, movimentando R$ 5,1 bilhões em financiamentos. Apenas em 2026, até 2 de junho, foram registradas 719 operações, no valor de R$ 276,3 milhões em crédito concedido.

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No Amapá, foram contratados treze financiamentos entre 2023 e 2026, totalizando R$ 4,04 milhões. Todos os recursos foram destinados a capital de giro. Macapá concentrou doze operações, equivalentes a R$ 3,3 milhões, beneficiando agências de viagens, organizadoras de eventos, restaurantes e empresas de transporte turístico. Em 2026, foram fechados dez contratos, todos na capital, que somaram R$ 3,03 milhões.

O Estado possui atualmente 555 prestadores de serviços turísticos regularizados no Cadastur. As atividades com maior número de registros são agências de turismo, com 140 cadastros; restaurantes, bares e similares, com 104; e meios de hospedagem, com 90 estabelecimentos. Em Macapá, há 381 prestadores cadastrados, liderados por agências de turismo (123), guias de turismo (66) e organizadoras de eventos (50).

Infraestrutura

Além das ações voltadas ao crédito, o Ministério do Turismo mantém doze contratos ativos de infraestrutura turística no Amapá, que somam R$ 65,5 milhões. Desde 2023, três obras foram concluídas, totalizando R$ 8,6 milhões em investimentos.

Em Macapá, os principais investimentos em execução incluem a construção do Centro de Convenções, com aporte de R$ 12 milhões; as obras no Parque do Centenário, de R$ 11,4 milhões; e a reforma do Teatro das Bacabeiras, com recursos de R$ 10 milhões.

Fluxo

Os indicadores do fluxo turístico também mostram crescimento do mercado internacional no estado. Em 2025, o Amapá recebeu 52 mil turistas estrangeiros, resultado 33% superior ao registrado em 2024 e o segundo maior da região Norte no período.

Turismo fronteiriço

Nesta segunda-feira (8), durante agenda em Oiapoque, o Ministério do Turismo também anunciou a elaboração de um diagnóstico e de um plano de ação para o turismo nas áreas de fronteira do Amapá e do Pará, que fazem divisa com a Guiana Francesa e o Suriname. 

A iniciativa faz parte de um projeto de cooperação com a UNESCO voltado ao fortalecimento das relações turísticas entre o Brasil e os países vizinhos.

Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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