Mato Grosso

Com apoio da Sedec, corrida de aventura reúne atletas de sete estados em Cuiabá

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Iniciativa esportiva apoiada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento de Econômico de Mato Grosso (Sedec), por meio da Adjunta de Turismo, o Ultramacho levou mais de mil atletas a Cuiabá neste sábado (22.06), para participar da corrida noturna Toroari.

O evento reuniu atletas de 7 estados brasileiros e 40 municípios de Mato Grosso, movimentando o turismo, a rede hoteleira e o comércio local.

Os corredores se dividiram em provas de corrida em trilha, com distâncias de 6 km, 11 km e 21 km, sob o céu noturno na saída de Cuiabá, no condomínio Cidade Jardim.

A Sedec participou do evento com o estande do projeto Descubra Mato Grosso, no qual foram realizadas ativações com sorteio de brindes. A equipe da Secretaria levou informações sobre o turismo mato-grossense e distribui materiais relacionados ao turismo do Estado.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, iniciativas como a Ultramacho fomentam a economia do locais que passam e estimulam o turismo de aventura.

“Os competidores vieram de Sergipe, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e do interior do Estado, como Primavera do Leste, Rondonópolis e tantas outras cidades para participar da corrida, não sendo apenas os moradores locais. São atletas de todos os cantos, o que traz movimento em hotéis e restaurantes. Essa é uma das bandeiras do Governo do Estado, o desenvolvimento dos municípios e a economia girando de diversas maneiras”, afirmou o secretário.

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A secretário adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda de Morais Costa, explicou que a competição faz parte do turismo de aventura e o Descubra Mato Grosso é parceiro levando o turismo local.

“O Ultramacho é turismo de aventura, onde diversos competidores viajam para correr em meio a natureza, seja durante o dia ou pela noite, como foi a Toroari. O Descubra Mato Grosso trabalha em parceria com os organizadores nesses eventos, para impulsionar o turismo mostrando as belezas e possibilidade locais. O Governo tem melhorado a infraestrutura turística e precisamos fazer o trabalho de promoção desses pontos para que os turistas acessem”, disse Maria Letícia.

O Ultramacho possui um calendário de provas anual voltado para o ciclismo e corrida de trilha, o qual é realizado em diversos destinos turísticos de Mato Grosso. Cuiabá recebeu a terceira prova do ano. A primeira foi realizada em Campo Verde e a segunda em Primavera do Leste.

Cristiano Ben Ayres, de Aracaju (SE), participou da prova de 6km. “Vim prestigiar esse evento, pois é uma referência de corrida aventura no Brasil. É uma prova desafiadora e os organizadores estão de parabéns”, pontua o atleta.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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