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Com apoio do Gaeco, suspeita de duplo homicídio é presa em MT

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Uma mulher de 30 anos, investigada por participação em um duplo homicídio ocorrido no município de Nova Andradina (MS), foi presa nesta quarta-feira (17) em Barra do Garças. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, e contou com o suporte do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).De acordo com a Polícia Civil, a prisão foi efetuada por investigadores da 2ª Delegacia de Barra do Garças, que auxiliaram o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garras) no cumprimento de um mandado de prisão temporária, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Nova Andradina. A suspeita foi localizada em uma residência situada no bairro Vila União.A identificação e qualificação da investigada contaram com apoio fundamental do Gaeco de Barra do Garças, que prestou suporte às autoridades sul-mato-grossenses no levantamento de informações estratégicas. O trabalho integrado entre as forças de segurança foi determinante para a localização da suspeita no município.Além da prisão, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão no imóvel onde a mulher se encontrava. Durante a diligência, os policiais recolheram materiais que poderão contribuir com o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.Conforme apurado, a mulher é suspeita de envolvimento em um ataque a tiros registrado na madrugada do dia 7 de junho, em Nova Andradina. Na ocasião, duas pessoas, de 22 e 43 anos, morreram após serem atingidas por disparos de arma de fogo.Os detalhes sobre a participação da mulher no crime não foram divulgados, e o caso segue sob investigação da Delegacia de Nova Andradina.O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) é uma força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

MP pede júri para motorista acusado de morte no trânsito

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou à Justiça Hercílio Junio Freitas Cordeiro pelos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e delitos previstos no Código de Trânsito Brasileiro relacionados à condução de veículo sob efeito de álcool, fuga do local do acidente e direção sem habilitação. A denúncia foi apresentada pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital – Núcleo de Defesa da Vida.Conforme a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 30 de agosto de 2026, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o denunciado, mesmo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sob efeito de álcool, assumiu o risco de produzir resultados letais ao conduzir uma BMW em velocidade extremamente superior à permitida para a via.Segundo a peça acusatória, o primeiro impacto ocorreu no cruzamento da Avenida Isaac Póvoas com a Avenida Presidente Marques, quando a BMW atingiu a traseira da motocicleta conduzida por G. N. M., que aguardava a abertura do sinal vermelho. O motociclista sofreu lesões, mas sobreviveu. De acordo com o Ministério Público, após a colisão, o motorista deixou o local sem prestar socorro.Ainda conforme as investigações, logo depois do primeiro acidente, o denunciado teria acelerado ainda mais para fugir da responsabilização pelo ocorrido. A denúncia aponta que o veículo foi registrado por equipamento eletrônico trafegando a 177 km/h, em um trecho cujo limite máximo é de 50 km/h. Cerca de 700 metros adiante, a BMW colidiu contra a motocicleta conduzida por Paulo Messias Simão Costa, 23 anos, que morreu no local em decorrência dos graves ferimentos sofridos.O Ministério Público destaca que as investigações indicaram que o denunciado havia ingerido bebida alcoólica em uma casa noturna da capital antes de assumir a direção do automóvel. Testemunhas relataram sinais visíveis de embriaguez e comportamento agressivo. A acusação também menciona que, após o segundo acidente, o motorista abandonou o veículo e permaneceu foragido até se apresentar à polícia dias depois.Na denúncia, a promotora de Justiça sustenta que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que ambas trafegavam regularmente e foram atingidas pela traseira, sem possibilidade de reação. Em relação à morte de Paulo Messias Simão Costa, o MPMT também atribui ao caso as qualificadoras de perigo comum e de homicídio praticado para assegurar a impunidade de outro crime.O Ministério Público requer que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, além da fixação de valor mínimo de R$ 1 milhão para reparação dos danos causados às vítimas e familiares. Também pede a aplicação do efeito da condenação consistente na inabilitação para dirigir veículo automotor.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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