Mato Grosso

Com crédito da Desenvolve MT personal trainer de Vila Rica investe em centro de treinamento inclusivo

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A educadora física Gizelde Azevedo ampliou o próprio centro de treinamento em Vila Rica (a 1.161 km de Cuiabá), voltado para pessoas idosas, com deficiência, em tratamento oncológico, entre outros grupos que buscam qualidade de vida e inclusão.

Com a linha de crédito Linha Mulher Empreendedora da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, Gizelde conseguiu financiar os equipamentos necessários para equipar e ampliar o atendimento no centro de treinamento. Assim, ela não apenas deu vida a um antigo sonho, mas também promoveu acessibilidade, inclusão social, autonomia e protagonismo para quem mais precisa.

Formada há mais de uma década em Educação Física e com pós-graduação em Educação Inclusiva pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Gizelde sempre teve interesse em trabalhar com públicos que demandam atenção especializada. “Eu sempre estive envolvida em associações e observei que, principalmente aqui na minha região, não tinha academias que ofereçam um treino de resistência com profissional qualificado para esse público”, conta.


Há três anos ela vêm construindo o próprio centro de atendimento para atender PCDs ou pessoas com alguma doença que, normalmente, não são atendidas em academias convencionais. Gizelde conta que, por estar no interior e longe da capital, o acesso à tratamentos e serviços qualificados para esse público são mais escassos, assim, ela uniu o sonho de prestar serviço para a comunidade com a urgência desse mercado na região de Vila Rica.

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Gizelde atende desde pessoas com lesão medular, gestantes, até pessoas em tratamento oncológico. Ela explica que os treinos são cuidadosamente adaptados conforme o estágio da doença, o tipo de tratamento e as condições físicas de cada aluna. Antes de iniciar as atividades, é feita uma avaliação médica detalhada, com acompanhamento de oncologistas ou fisioterapeutas. “Eu priorizo a segurança acima de tudo. Começamos com exercícios de baixo impacto e com o peso corporal, fortalecendo e trabalhando a mobilidade e estabilidade. Cada pessoa reage de uma forma, então é essencial respeitar o limite de cada uma”, explica.

A personal relata que quando começou, tinha um espaço pequeno, poucos equipamentos e uma cartela de clientes reduzida. Mas em 2022, Gizelde conheceu a Desenvolve MT e, já com um espaço mais amplo, realizou o financiamento de diversos equipamentos como cadeira flexora, smith, anilhas, entre outros.

Com a maior diversidade de equipamentos, os horários agendados foram ficando mais lotados e surgiu uma fila de espera. “Foi aí que eu evoluí, com o financiamento. Quando consegui adquirir mais equipamentos, pude atender mais alunos. Essa foi a grande virada de chave da minha vida com a Desenvolve MT, que acreditou em mim e me ajudou a conquistar meu espaço aqui na cidade.”, afirma.

Entre as histórias que mais marcaram Gizelde está a de uma aluna em tratamento contra o câncer de mama, que encontrou no treino de resistência um aliado fundamental no processo de recuperação. A personal explica que cada etapa é planejada conforme o quadro clínico e o acompanhamento médico, com exercícios adaptados e foco na segurança e no fortalecimento físico e emocional.

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Para a aluna Priscilla Alves de Matos, o treinamento foi essencial durante o tratamento. “O tratamento é bem invasivo, então além de ajudar no emocional, eu percebi que houve melhoras para dormir, dores no corpo além da reação à quimioterapia. É muito importante o paciente fazer exercício físico”

Neste Outubro Rosa, ela reforça que o exercício vai além do corpo: “O treino de resistência é um remédio poderoso. As evidências mostram que mulheres em tratamento têm uma resposta incrível e muito menor chance de metástase, além disso, o treino ajuda não só a saúde física, mas mental e emocional das alunas”

Mais do que um espaço de treino, o centro de Gizelde se tornou um ponto de acolhimento e transformação em Vila Rica. O reconhecimento veio não só dos alunos, mas também de médicos e profissionais da saúde, que hoje indicam pacientes para o trabalho especializado da personal. “Ver um aluno voltar a andar, recuperar a autoestima ou simplesmente conseguir tomar banho sozinho depois de uma lesão, pra mim, não tem preço”, resume.

*Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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