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Congresso Global Cana 2025 destaca controle da broca-da-cana e manejo de plantas daninhas

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A edição 2025 do Congresso Técnico Global Cana será realizada em 4 de setembro na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. Considerado referência em soluções para a cana-de-açúcar, o evento reúne produtores, lideranças e profissionais da indústria para discutir desafios e avanços do setor.

Entre as empresas participantes, a Sipcam Nichino marca presença apresentando seu portfólio voltado ao controle de pragas, doenças, plantas invasoras e bioestimulação de canaviais.

Broca-da-cana: destaque no controle de pragas

Especialistas da Sipcam Nichino vão compartilhar conhecimento técnico sobre o controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), utilizando o inseticida Takumi®. Segundo Eric Ono, gerente de portfólio de produtos e cultivos, o produto se mantém como uma ferramenta estratégica na redução de colmos brocados.

“Estudos recentes, realizados em parceria com pesquisadores do IAC e da Universidade Federal de São Carlos, mostram que o uso correto de Takumi® mantém a infestação da broca-da-cana em níveis inferiores a 1%”, explica Ono.

Manejo de plantas daninhas com Ancosar®

Outro foco da Sipcam Nichino no evento é o manejo de plantas daninhas nos canaviais, utilizando seu portfólio de herbicidas, entre eles o Ancosar®, eficiente tanto em pré quanto pós-emergência.

“O Ancosar® tem se destacado por oferecer resultados consistentes há anos, sendo considerado estratégico para o setor de açúcar, etanol e bioenergia. É especialmente recomendado para controle de plantas daninhas de difícil manejo, em folhas largas ou estreitas”, detalha Eric Ono.

O agrônomo acrescenta que, diante da escassez de chuvas no início do ano, houve falhas de plantio que exigiram manejo intensivo de plantas daninhas. Nesse cenário, o Ancosar® se apresentou como uma solução competitiva e eficaz, especialmente na modalidade de catação.

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Interação técnica e atualização do setor

O Congresso Global Cana 2025 também oferece espaço para interações técnicas, permitindo que produtores e profissionais discutam práticas e soluções diretamente com especialistas da indústria, fortalecendo a atualização tecnológica e estratégica da produção de cana-de-açúcar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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