Turismo

Conheça os principais “picos” de surfe no Brasil

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O brasileiro Yago Dora conquistou, na última segunda-feira (01.08), o campeonato mundial de surfe nas águas de Fiji, arquipélago no Oceano Pacífico, tornando-se o oitavo representante do país a alcançar o título nos últimos 11 anos. Já o também brasileiro Ítalo Ferreira foi o primeiro campeão olímpico da modalidade, após receber a medalha de ouro nos Jogos de Tóquio, no Japão, realizados em 2021.

O ciclo vitorioso do Brasil na categoria traz ainda mais visibilidade para os palcos do surfe no país, ou “picos”, como dizem seus praticantes. E os apaixonados pelo esporte que procuram ondas perfeitas têm várias opções no litoral brasileiro, durante todas as estações do ano. A Agência de Notícias do Turismo lista abaixo alguns destinos nacionais onde é possível vivenciar uma verdadeira “surf trip”, as viagens focadas na busca por condições ideais. Confira!

O Rio de Janeiro concentra algumas das praias de surfe mais famosas do Brasil. Na Região dos Lagos, Itaúna, em Saquarema, o “Maracanã do Surfe”, recebe anualmente os principais atletas do planeta durante a etapa da Liga Mundial de Surfe. Itacoatiara, na cidade de Niterói, é a escolhida de esportistas experientes, acostumados a ondas mais potentes. Na capital fluminense, o destaque vai para a Praia do Arpoador, um dos berços do surfe no país.

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O estado de São Paulo, por sua vez, tem em Ubatuba, São Sebastião e Guarujá seus principais “picos” de surfe, com ícones a exemplo de Itamambuca, Tombo e Maresias. Esta última, famosa pelas suas ondas fortes e tubulares, revelou atletas como Gabriel Medina, o primeiro brasileiro campeão mundial de surfe, no ano de 2014.

Na região Sul do Brasil, o litoral de Santa Catarina – outro local famoso por criar surfistas de renome e sediar eventos internacionais do esporte – reúne praias com ótimas condições. Entre elas, Joaquina, Mole e Brava, em Florianópolis; Vila e do Rosa (Imbituba) e Ferrugem e Silveira (Garopaba). Dependendo das ondas, algumas com até quatro metros de altura, várias delas exigem grande habilidade.

NORDESTE E NORTE – Já o Nordeste brasileiro brinda os surfistas com destinos a exemplo de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco. Considerado o “Havaí brasileiro”, o arquipélago oferece ondas perfeitas em praias mundialmente conhecidas, como Cacimba do Padre e Conceição. Outros destaques são Itacaré, na Bahia, e as praias de Pipa e Baía Formosa, no Rio Grande do Norte.

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A Amazônia brasileira não poderia ficar fora da lista. Afinal de contas, muitos surfistas viajam até o Norte do Brasil para desafiar a tão temida “pororoca”. O fenômeno da natureza acontece quando as águas do mar se encontram com os rios da região, formando ondulações potentes e prolongadas.

TURISMO – As “surf trips”, como são chamadas as viagens realizadas exclusivamente dedicadas à prática de surfe, têm o poder de movimentar vários setores ligados ao turismo e a economia de destinos que possuem boas ondas e infraestrutura adequada para receber os adeptos do esporte. Outras pautas presentes nos passeios do tipo são a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, atitudes essenciais à manutenção dos locais que proporcionam boas ondas.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Turismo cria 77 mil postos de trabalho em um ano e atinge o maior número de empregos da história

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O turismo brasileiro atingiu, em abril de 2026, o maior número de empregos da história. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que no mês passado o setor atingiu a marca inédita de 2.408.398 de trabalhadores formais.

O número é 3,31% maior que os 2.331.144 empregos que haviam sido registrados em abril do ano passado – o que representa a criação de 77 mil postos de trabalho no período de um ano.

O saldo de empregos (diferença entre admissões e demissões) foi positivo de janeiro a abril. No acumulado, o setor gerou 15.044 postos de trabalho formais. Analisando apenas o mês passado, o saldo foi de 3.538 vagas.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou mais um número positivo do setor, que vem acumulando sucessivas altas neste início de ano.

“Um turismo forte emprega, abre oportunidades e gera renda para o nosso povo. O setor pode ser um importante meio de transformação social, com o potencial enorme de alavancar a economia do país. Esses números positivos mostram que estamos no caminho certo, mas queremos mais. Temos trabalhado para criar um ambiente propício para incentivar o turismo doméstico e atrair mais turistas internacionais”, afirmou o ministro.

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Desde domingo, o ministro está em Xangai, na China, cumprindo uma série de compromissos voltados à promoção dos destinos turísticos brasileiros. O objetivo é atrair mais turistas chineses para o Brasil. Desde 11 de maio de 26, cidadãos da China não precisam mais de visto para entrar no Brasil. A medida é válida até o final do ano.

“A China tem 1,3 bilhão de pessoas. No ano passado, mesmo com a exigência do visto, a visitação de chineses no país cresceu 35%. Agora, esperamos que esse fluxo aumente consideravelmente, o que com certeza, vai contribuir para a geração de mais empregos”, disse Gustavo Feliciano.

Outros dados positivos

Neste mês, o turismo registrou números positivos em diversos segmentos:

– O número de passageiros domésticos foi o maior da história no primeiro quadrimestre, com 33,7 milhões de passageiros voando pelo país. A quantidade é 6,5% maior que os 31,6 milhões contabilizados no mesmo período de 2025.

– Os gastos de turistas estrangeiros também cresceram nos quatro primeiros deste ano. De janeiro a abril, as despesas de visitantes internacionais atingiram R$ 20,2 bilhões – um aumento de 9,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando as despesas atingiram R$ 18,5 bilhões.

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– Na área de negócios, o faturamento bateu recorde nos quatros primeiros meses de 2026, alcançando o maior valor da série histórica para o período. De janeiro a abril o turismo corporativo atingiu o valor de R$ 4,87 bilhões, um aumento de 12,38% na comparação com os quatro primeiros meses do ano passado, quando as despesas atingiram R$ 4,33 bilhões.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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