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Conscientização de condutores é citada como solução para cenário ruim

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“As estatísticas não mentem. O Estado de Mato Grosso ocupa a segunda posição no ranking de letalidade no trânsito no Brasil. Essa é uma realidade que precisa ser revertida com urgência, com a atuação do poder público e sobretudo com a conscientização da sociedade. O mais importante é essa conscientização, por meio da educação para cumprimento das regras de trânsito, visando garantir segurança e diminuir essa margem crescente e vergonhosa de vítimas”, afirmou o promotor de Justiça Kledson Dionysio de Oliveira, titular da 31ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, na qual os delitos de trânsito representam aproximadamente 80% dos procedimentos em andamento.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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