Cuiabá

Construído pela gestão Emanuel Pinheiro, Hospital Municipal de Cuiabá realiza captação de órgãos e beneficia cinco pacientes

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No último sábado (21), o Hospital Municipal de Cuiabá Dr. Leony Palma de Carvalho — construído na gestão de Emanuel Pinheiro — foi palco de mais um gesto de generosidade e esperança. A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), em parceria com a Central de Transplantes, realizou um procedimento de captação de órgãos que trouxe a chance de uma nova vida para cinco pacientes em diferentes estados do Brasil.

Leila Luiza dos Santos Silva, responsável técnica do CIHDOTT, explicou que o processo de captação é sempre marcado por emoção e respeito. As equipes multidisciplinares envolvidas trabalham com sensibilidade e humanização em cada etapa. “Como forma de homenagem ao paciente e aos familiares, os colaboradores formam um corredor e realizam uma oração do Pai Nosso em frente ao centro cirúrgico. É um momento de grande significado”, destacou.

Na ocasião, foram captados cinco órgãos: duas córneas, um fígado e dois rins. O procedimento teve início às 22h e foi concluído por volta das 2h50 da manhã. Em seguida, os órgãos foram enviados para São Paulo, Brasília e Mato Grosso, onde já foram transplantados, proporcionando uma nova chance de vida aos receptores.

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Leila explicou que cada órgão possui um tempo específico para ser transplantado: “O fígado, por exemplo, pode ser transplantado em até 12 horas após a captação; os rins, entre 24 e 48 horas; e as córneas, até sete dias”.

O maior desafio, segundo ela, é obter o consentimento da família, que precisa tomar uma decisão altruísta em um momento de grande dor. Neste caso, a receptividade foi positiva, e os familiares foram acompanhados por uma equipe de psicólogos e profissionais de apoio que prestaram toda a assistência necessária. “Esse trabalho conjunto é essencial para que a família se sinta acolhida e confiante. Além disso, é um gesto que transforma vidas, tanto de quem doa quanto de quem recebe”, ressaltou.

Com a captação realizada no HMC, cinco pessoas que aguardavam por um transplante tiveram suas vidas transformadas. Para os receptores, a doação representa não apenas uma chance de sobrevivência, mas também a oportunidade de reescrever suas histórias.

A doação de órgãos vai além do benefício imediato ao receptor; ela simboliza um legado de amor, solidariedade e renovação, mesmo em um momento de dor para a família do doador. “Cada captação nos lembra da importância de falar sobre a doação de órgãos em vida, de comunicar o desejo de doar e de desmistificar o tema, para que mais pessoas possam ser beneficiadas”, reforçou Leila.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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