Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate incêndio em frigorífico em Várzea Grande

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta segunda-feira (30.09), um incêndio em um frigorífico no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.

Equipes do 1º e 2º Batalhões do Corpo de Bombeiros Militar (1º e 2º BBM) foram acionadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) por volta das 1h, após um chamado dos funcionários da empresa.

Informações iniciais indicavam um princípio de incêndio em uma área externa do frigorífico, onde eram armazenados papelão e plástico. Os funcionários tentaram conter as chamas, mas o fogo se espalhou rapidamente devido à alta inflamabilidade dos materiais.

No local, os bombeiros realizaram o combate direto ao incêndio com o apoio de seis viaturas, entre elas uma ABTF, ABTS, ARS, AR e um AT, dada a grande proporção do incidente. Também foi utilizado um trator para dar apoio à atuação dos militares.

Paralelamente, foi feito o resfriamento das áreas adjacentes para evitar a propagação das chamas para outras áreas e minimizar os danos.

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O fogo foi totalmente extinto depois de cerca de sete horas de trabalho. Em seguida, os militares realizaram o rescaldo, procedimento necessário para evitar a reignição das chamas.

Apesar da magnitude do incêndio, ninguém ficou ferido. Até o momento, não há informações sobre a causa do incidente.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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