Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate incêndio em silo secador de grãos em fazenda

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã desta sexta-feira (23.1), um incêndio em um silo secador de grãos em uma fazenda localizada na zona rural do município de Tabaporã (614 km de Cuiabá).

O CBMMT foi acionado por volta das 07h30, e rapidamente uma equipe se deslocou com uma viatura Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS) até o endereço informado.

Ao chegar ao local, foi constatado que o foco do incêndio se concentrava no secador, a cerca de 20 metros de altura. De imediato, os bombeiros iniciaram a montagem da linha de combate.

Os bombeiros militares trabalharam por cerca de três horas para extinguir as chamas, sendo necessário o uso de aproximadamente dois mil litros de água. Após o combate ao fogo, os militares prosseguiram com o rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes. Não houve registro de vítimas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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