O Governo do Estado oficializou, na noite de segunda-feira (7.7), a ativação do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar, medida que permitirá ao Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) fortalecer o serviço de atendimento pré-hospitalar na Baixada Cuiabana. A iniciativa tem como objetivo ampliar a capacidade de resposta em situações de urgência e emergência, assegurando maior agilidade no atendimento e contribuindo diretamente para o salvamento de vidas nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Chapada dos Guimarães.
Para oficializar a ativação do sistema, o governador Mauro Mendes autorizou simbolicamente o deslocamento de uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros Militar para atendimento pré-hospitalar a uma ocorrência. O ato aconteceu durante a cerimônia de formatura do 1º Curso Básico de Formação de Soldado Bombeiro Temporário do Quadro da Saúde, cujos militares reforçarão esse atendimento.
“Hoje é uma virada de página, em que o Corpo de Bombeiros assume, na Baixada Cuiabana, esse importante serviço de atendimento pré-hospitalar. Essa mudança, sem a menor dúvida, será fundamental para a melhoria da qualidade do serviço prestado no dia a dia, nesta nobre missão de salvar vidas em todas as situações de risco. Tenho certeza também de que essa mudança trará mais eficiência, pois o serviço foi cuidadosamente planejado para atender melhor a nossa população e, ao mesmo tempo, promover economicidade”, afirmou o governador Mauro Mendes.
O Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar é resultado de uma cooperação entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES), que viabilizou a instalação da Central de Atendimento Pré-Hospitalar no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).
O objetivo é ampliar a cobertura e a regulação do atendimento, reduzir o tempo de resposta às chamadas, qualificar o atendimento pré-hospitalar por meio da integração entre Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Miliar, além de otimizar recursos públicos e oferecer um serviço de registro e despacho de ocorrências e viaturas completamente digital.
Dessa forma, as forças de segurança pública e o Samu passarão a atuar de maneira integrada e coordenada preservando a operacionalidade do número 192 e otimizando a regulação das ocorrências. Com o sistema, o trabalho conjunto entre Corpo de Bombeiros Militar e Samu será semelhante ao que já ocorre em vários municípios do interior de Mato Grosso.
Para o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a ativação deste sistema representa um avanço na estruturação da resposta emergencial no Estado, consolidando uma atuação integrada, técnica e eficaz diante das situações de risco à vida.
Com o início da prestação do serviço, um total de 102 soldados bombeiros temporários, especialistas enfermeiros e técnicos de enfermagem, atuarão diretamente no Suporte Básico de Vida (SBV) às vítimas de acidente de trânsito e outros socorros em vias públicas ou domicílio em ocorrências registradas nos municípios da baixada cuiabana.
“A partir deste momento, o CBMMT assume uma posição ainda mais robusta dentro da Rede de Urgência e Emergência, reforçando seu protagonismo no socorro público e na proteção da população mato-grossense. A implementação do sistema inaugura uma nova fase de prontidão operacional, em que a agilidade, a especialização e a sinergia entre as instituições muitas vezes representam a diferença entre a vida e a sobrevida de uma vítima”, concluiu o comandante-geral.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.