Mato Grosso

Corpo de Bombeiros realiza queima prescrita em Chapada dos Guimarães para minimizar riscos de incêndios florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início às atividades de queima prescrita na Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães. A técnica preventiva utiliza o fogo de forma intencional, planejada e controlada para reduzir a probabilidade de incêndios florestais na região.

Na prática, a queima prescrita é uma estratégia de prevenção que diminui a quantidade de material combustível sobre o solo, que pode incendiar-se facilmente, especialmente durante os períodos de estiagem, minimizando o risco de ocorrências de incêndios de grande proporção.

As ações são conduzidas pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e foram iniciadas na região do Mirante do Centro Geodésico da América do Sul. A área a ser queimada compreende a faixa de domínio até a entrada do mirante, além do uso e manejo do fogo em áreas de paredão, onde a operação exige maior controle e atenção das equipes. A operação segue até sexta-feira (24.4).

De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a área é considerada sensível e historicamente associada à origem de incêndios florestais na região. Por isso, segundo ele, a realização da queima prescrita de forma antecipada é necessária para facilitar o controle do fogo ao longo do período seco.

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“Essa é uma ação de prevenção para reduzir o material combustível na área e diminuir o risco de incêndios de maior intensidade contribuindo para a proteção da área durante o período de estiagem”, explicou o comandante.

A ação contou com o acompanhamento do Coordenador Municipal de Defesa Civil de Chapada dos Guimarães e do Gerente da APA, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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