Mato Grosso

Corpo de Bombeiros realiza resgate de gado após carreta tombar na MT-325

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na tarde desta quinta-feira (12.3), o resgate de diversas bovinos que ficaram presos em uma carreta tombada na MT-325, em Juara (a 677 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Pelotão Independente Bombeiro Militar (3º PIBM) foi acionada por volta das 15h50, após receber informações sobre o acidente envolvendo uma carreta que transportava aproximadamente 65 cabeças de gado. Duas equipes foram mobilizadas para o atendimento.

No local, os bombeiros encontraram o veículo tombado às margens da rodovia. O motorista, um homem de 45 anos, já havia saído da carreta, mas os animais permaneciam presos na estrutura metálica do veículo.

O condutor apresentava escoriações pelo corpo, recebeu os primeiros socorros ainda no local e, em seguida, foi encaminhado ao Hospital Municipal de Juara com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Para liberar os animais com segurança, os bombeiros precisaram realizar o desencarceramento dos animais. A operação de resgate durou cerca de cinco horas. Durante a ocorrência, 12 cabeças de gado morreram em decorrência do tombamento. Não há informações sobre as circunstâncias que provocaram o acidente.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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