Mato Grosso

Corpo de Bombeiros realiza treinamento e formação de brigada de incêndio em Juscimeira

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) concluiu, nesta segunda-feira (10.06), a formação da Brigada Municipal de Combate a Incêndio na cidade de Juscimeira (160 km de Cuiabá). Ao todo, 13 participantes foram selecionados e capacitados para compor a nova equipe de resposta a emergências na cidade.

O treinamento intensivo envolveu diversas atividades com o objetivo de preparar os integrantes para enfrentar situações reais de emergência. A primeira etapa consistiu em uma caminhada de sete quilômetros em terrenos variados, visando desenvolver o condicionamento físico e a resistência dos participantes.

Em seguida, os bombeiros aprenderam técnicas de queima controlada. Essa atividade foi essencial para que eles adquirissem habilidades fundamentais no combate a incêndios, colocando em prática o manejo seguro do fogo em um ambiente controlado.

A fase final do treinamento envolveu exercícios práticos de combate a incêndios florestais e urbanos. Os participantes tiveram a oportunidade de utilizar os equipamentos adequados e testar suas técnicas e táticas de atuação em cenários simulados, preparando-os para enfrentar emergências reais.

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Durante todo o processo, os integrantes foram avaliados em aspectos cruciais, como trabalho em equipe, relacionamento interpessoal, técnicas de combate a incêndio e condicionamento físico. Todos demonstraram progresso significativo e foram capacitados para atuar de forma eficaz e segura.

“Essa formação da brigada municipal é importante para que Juscimeira possa contar com uma equipe preparada e treinada para responder prontamente a possíveis emergências envolvendo incêndios na cidade”, afirmou o comandante-geral do CBMMT, coronel Alessandro Borges Ferreira.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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