Mato Grosso

Corpo de Bombeiros socorre jovem de 25 anos que ficou ferido após explosão de fossa séptica

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, nesta terça-feira (13.1), um jovem de 25 anos que ficou gravemente ferido após a explosão de uma fossa séptica, em uma residência localizada na Rua Pessegueiros, no bairro Jardim Aurora, em Sorriso (397 km de Cuiabá).

A equipe do 5º Batalhão Bombeiro Militar (5º BBM) prontamente se deslocou até o local, e ao chegar, constatou que a vítima encontrava-se caída ao solo, consciente e comunicativa, apresentando diversas escoriações e ferimentos pelo corpo, além de fraturas na perna.

O homem relatou que realizava manutenções básicas em sua residência e que a fossa havia sido esvaziada no período da manhã. Posteriormente, ele foi realizar a instalação de um cano no suspiro da fossa e, para facilitar a colocação, aqueceu o cano com fogo. No momento da instalação, ocorreu uma explosão em decorrência dos gases acumulados no interior da fossa.

Ainda segundo a vítima, em virtude da explosão, ele foi arremessado para cima e, com o impacto da queda, permaneceu desacordado por alguns instantes, recobrando a consciência após ser chamado por seu sogro.

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Os bombeiros militares realizaram os procedimentos de Atendimento Pré-Hospitalar, incluindo imobilização das fraturas, curativos, e administração de medicação, conforme orientação médica. Em seguida, o jovem foi encaminhado ao Hospital Regional de Sorriso para atendimento especializado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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