Mato Grosso

Corpo de Bombeiros socorre mulher e animais após ataque de abelhas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) prestou socorro, na manhã desta terça-feira (11.2), a uma mulher e seus animais de estimação, vítimas de um ataque de abelhas agressivas, em uma residência no bairro Alto da Glória, em Sinop (a 481 km de Cuiabá).

Ao todo, 11 animais, inclusive dos vizinhos, foram resgatados pelos militares.

A equipe do 4º Batalhão Bombeiro Militar (4º BBBM) foi acionada, por volta das 09h20, pela proprietária da residência, que relatou que as abelhas haviam atacado seus animais domésticos, sendo dois cachorros e um papagaio.

Imediatamente, a equipe de resgate deslocou até a residência e encontrou a dona da casa enrolada em um cobertor, tentando se proteger das picadas. Ela não apresentava picadas ou ferimentos.

A vítima informou ainda que tinha um cachorro da raça Chow-chow na sala, uma cadela vira-lata no quarto e um papagaio no banheiro. Todos haviam sido picados pelos insetos e necessitavam de resgate dos militares.

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Devido ao constante ataque das abelhas, uma segunda viatura, do tipo ABTS, foi enviada para o local como reforço para a operação de resgate. A equipe, devidamente equipada, entrou na residência e retirou os animais, sendo que uma das moradoras os levou para atendimento veterinário.

Além disso, a vítima relatou que havia animais no quintal vizinho, também vítimas das abelhas. Os militares se deslocaram até a outra residência e, após a vistoria, encontraram oito cachorros da raça vira-lata em estado crítico, que foram encaminhados para a Associação Protetora dos Animais do Município de Sinop para receberem o atendimento adequado. Outros quatro cães já estavam em óbito no quintal.

Veja o atendimento dos bombeiros nessa ocorrência: video 01 e vídeo 02.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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