Mato Grosso

Corpo de Bombeiros socorre vítima durante crise epiléptica

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na noite de quarta-feira (31.3), um homem que sofreu uma crise epiléptica em sua residência, no Setor Morada Nova, no município de Confresa (a 1.058 km de Cuiabá).

A equipe do 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionada por volta das 21h30 para atender a uma ocorrência de natureza pré-hospitalar. No local, os militares encontraram a vítima inconsciente, apresentando dificuldade respiratória.

De imediato, a equipe do Corpo de Bombeiros iniciou os protocolos de atendimento pré-hospitalar, adotando procedimentos técnicos para a desobstrução das vias aéreas e a aplicação de suporte básico de vida, até que a vítima restabelecesse a respiração espontânea.

Após a estabilização do quadro clínico, a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal de Confresa para avaliação médica. Não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

Orientações

O Corpo de Bombeiros Militar orienta que, em casos de crise epiléptica, é fundamental manter a calma, proteger a pessoa de possíveis lesões, afastando objetos ao redor, e evitar introduzir qualquer objeto na boca da vítima.

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Após a crise, é importante posicioná-la de lado e acionar imediatamente o serviço de emergência pelo telefone 193.

Confira as orientações completas, no vídeo produzido pela corporação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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