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Crédito agro mais pressionado deve ampliar debate sobre risco e financiamento no agronegócio em 2026

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O aumento da demanda por financiamento no campo e a maior complexidade na concessão de recursos devem intensificar o debate sobre crédito rural e gestão de risco no agronegócio brasileiro em 2026. O tema será destaque no CONACREDI Road Show 2026, versão itinerante do principal congresso de crédito agro da América Latina.

O evento vai percorrer importantes polos produtivos do país, levando conteúdo técnico e networking para profissionais do setor financeiro em um momento de maior pressão sobre a estrutura de financiamento rural.

Segundo dados do governo federal, o crédito rural contratado na safra 2025/2026 já soma R$ 316,57 bilhões, alta de 6% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Edição 2026 foca em revisão da política de crédito

Com o tema “Política de Crédito em Revisão”, a edição de 2026 pretende discutir os desafios enfrentados por instituições financeiras e empresas do agronegócio diante de um cenário mais volátil, marcado por juros elevados e maior exposição ao risco.

A programação inclui três etapas presenciais em cidades estratégicas do agronegócio brasileiro:

  • Cuiabá (10/06)
  • Goiânia (17/06)
  • Londrina (20/08)

Os encontros irão abordar temas como política de crédito, análise de risco, inteligência artificial aplicada ao financiamento rural, garantias e cenário econômico.

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Crédito rural cresce, mas exige maior sofisticação na análise de risco

Desde 2023, o CONACREDI promove os Road Shows com o objetivo de descentralizar o debate sobre financiamento do agronegócio e aproximar especialistas das principais regiões produtoras do país.

Nas edições anteriores, o evento já reuniu mais de 2.304 profissionais, contou com 111 especialistas e promoveu 45 horas de conteúdo técnico, além de 14 horas de networking entre executivos do setor.

O público é formado por diretores, gerentes e analistas de crédito, além de CFOs, controllers, profissionais de risco e compliance, e lideranças de cooperativas, indústrias, revendas e instituições financeiras ligadas ao agro.

Setor precisa avançar na gestão financeira e mitigação de riscos

Para a CEO do CONACREDI, Mayra Delfino, o aumento do volume de crédito no campo exige maior rigor na concessão e análise das operações financeiras.

Segundo ela, o cenário atual é marcado por maior endividamento no campo, juros elevados e volatilidade de mercado, o que exige políticas de crédito mais criteriosas e ferramentas de avaliação de risco mais avançadas.

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A executiva destaca ainda a necessidade de maior profissionalização da gestão financeira no agronegócio, com adoção de práticas estruturadas que aumentem a eficiência na tomada de decisão.

Conexão entre executivos e inovação fortalece o ecossistema de crédito

Além do conteúdo técnico, o Road Show também tem como objetivo fortalecer conexões entre profissionais e instituições que atuam na estrutura de financiamento do agronegócio.

As edições anteriores contribuíram para a formação de parcerias estratégicas e estimularam a adoção de novas tecnologias voltadas à análise de crédito, gestão de risco e eficiência operacional no setor.

Debate sobre crédito será decisivo para o futuro do financiamento rural

A expectativa para 2026 é que os debates do CONACREDI Road Show contribuam para qualificar a tomada de decisão financeira no agronegócio e ampliar o uso de soluções mais sofisticadas de mitigação de risco.

Em um cenário de maior pressão sobre a sustentabilidade financeira da produção rural, o fortalecimento das políticas de crédito tende a ser um dos principais fatores para garantir estabilidade e competitividade ao setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aprenda a fazer ostras gratinadas de forma rápida e prática

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Essa receita leva apenas 15 minutos e utiliza ingredientes cremosos que combinam perfeitamente com o sabor do mar. 

Ingredientes (para 6 ostras) 

  • 6 ostras frescas 

  • 2 colheres de sopa de requeijão cremoso 

  • 2 colheres de sopa de creme de leite 

  • 1 colher de chá de manteiga 

  • 1/2 alho-poró cortado em rodelas bem finas (opcional) 

  • Queijo parmesão ralado a gosto (para cobrir) 

  • Sal grosso (apenas para firmar as conchas na assadeira) 

Modo de Preparo

  1. Prepare as conchas: Em uma panela com dois dedos de água, coloque as ostras, tampe e deixe no fogo por cerca de 5 minutos até que se abram. 

  1. Limpeza: Retire as ostras do fogo. Descarte a concha superior (a mais plana) e mantenha a ostra na concha mais funda. 

  1. Faça o creme: Em uma frigideira pequena, derreta a manteiga e refogue o alho-poró até murchar. Desligue o fogo, adicione o creme de leite e o requeijão cremoso. Misture bem até formar um creme liso. 

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  1. Montagem: Em uma assadeira, faça uma cama de sal grosso (isso ajuda a equilibrar as conchas para o molho não derramar). Acomode as ostras, cubra cada uma com uma porção do creme e polvilhe generosamente com queijo parmesão ralado. 

  1. Gratinar: Leve ao forno preaquecido a 200 ºC por cerca de 10 minutos, ou até que o queijo esteja dourado e borbulhante 

 

Cultivo das ostras

A produção de ostras no Brasil (ostreicultura) é o ramo da aquicultura dedicado ao cultivo de ostras em ambientes aquáticos controlados ou manejados, que envolve a produção de ostras desde a obtenção de sementes (juvenis) até o seu crescimento e engorda para comercialização. 

 A ostreicultura vem se consolidando como uma alternativa econômica sustentável para as comunidades do litoral sul do Rio Grande do Norte. O estado se destaca como o maior produtor de ostras nativas do Brasil, de acordo com dados do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), que se adaptam a águas mais quentes e valorizam o seu sabor intenso.  

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 Já na região Sul, cidades como Florianópolis (conhecida como a capital nacional da ostra), Palhoça, Bombinhas e Penha possuem águas com temperaturas ideais para o crescimento rápido das ostras do Pacífico. O processo, em Santa Catarina não depende do extrativismo na natureza, as “sementes” (minúsculos moluscos) de ostras são produzidas em laboratórios especializados, como os da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e vendidas para os produtores.  

 A ostreicultura segue se consolidando como uma importante fonte de renda para as comunidades locais, promovendo o desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável. 

Élen Gorski

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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