Mato Grosso

Criminoso envolvido em roubo de mais de R$ 350 mil em ouro é preso pela Polícia Civil em Várzea Grande

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Um criminoso envolvido no roubo em um posto de compra de ouro teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (22.10), após investigação conduzida pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).

O suspeito, de 26 anos, é o proprietário do veículo utilizado no crime e seria o responsável pela condução do carro na chegada e fuga do local. O roubo ocorreu no dia 26 de agosto, no estabelecimento localizado no bairro Marajoara, ocasião em que criminosos subtraíram R$ 352 mil em ouro e R$ 40 mil em dinheiro.

Na ocasião, os suspeitos chegaram ao local em um veículo VW Gol, ocasião em que um deles ficou dentro do veículo, enquanto seu comparsa entrou na empresa se passando por cliente interessado na venda de uma corrente de ouro.

O proprietário do posto de compra de ouro foi até o veículo, onde supostamente estaria a corrente que seria vendida, ocasião em que foi rendido pelos dois criminosos, que o levaram para o interior da empresa, sob a mira de arma de fogo.

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Outras pessoas que estavam no estabelecimento também foram rendidas, sendo que uma das vítimas chegou a ser agredida fisicamente com uma coronhada na cabeça.

Diante dos fatos, a delegada titular da Derf-VG, Elaine Fernandes, representou pela prisão preventiva dos suspeitos, que foi deferida pela Justiça, sendo a ordem judicial contra um deles cumprida nesta quarta-feira (22).

Segunda a delegada, os dois criminosos também estão sendo investigados pela prática de um roubo a residência, ocorrido no dia 11 de agosto, no bairro Jardim Itororó, quando invadiram a casa, munidos de arma de fogo, renderam a família e subtraíram joias, celulares e ainda obrigaram a vítima a realizar um pix no valor de 700 reais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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