Cuiabá

CSP da Câmara de Cuiabá aponta falhas em contrato com CS MOBI e apresenta balanço dos seis meses

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SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá&nbsp

A Comissão de Segurança Pública (CSP) da Câmara Municipal de Cuiabá destacou, durante reunião realizada nesta quinta-feira (10), falhas no contrato firmado com a empresa CS MOBI, responsável pelo estacionamento rotativo e pela revitalização do Centro Histórico da capital.
Os vereadores T. Coronel Dias (Cidadania), presidente da comissão, e Rafael Ranalli (PL) questionaram a eficácia do serviço prestado e a ausência de ações concretas para garantir a proteção da população e do patrimônio público na região central da cidade.
A comissão também discutiu o caso do bebê de 10 meses que morreu na noite desta quarta-feira (09) em uma casa lar da capital, fato que gerou grande comoção social. Os vereadores cobraram esclarecimentos das autoridades responsáveis pela assistência social, bem como a adoção de medidas para evitar novos episódios semelhantes.
Além desses temas, os parlamentares apresentaram um balanço das ações desenvolvidas nos primeiros seis meses de atuação da CSP. Entre os principais destaques estão a realização de audiências públicas e reuniões com diferentes órgãos do Executivo municipal.
Nesse período, a comissão contou com a presença da secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares, e da secretária de Segurança Pública de Cuiabá, coronel Francyanne Siqueira, que participaram de debates sobre estratégias de prevenção à violência, melhorias na iluminação pública, presença da Guarda Municipal e fiscalização em áreas de maior vulnerabilidade.
De acordo com os membros da comissão, o objetivo das ações é construir políticas públicas mais eficazes e garantir maior transparência na aplicação de recursos voltados à segurança dos cuiabanos.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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