Cusco: 4 cafeterias e padarias no centro histórico
Em meio às ruelas e muros do centro histórico de Cusco, no Peru, há pequenos e charmosos negócios que aproveitam a estrutura de pedra das edificações antigas – dentre eles, cafeterias, confeitarias e padarias com produção artesanal, cafés especiais e insumos locais. Veja uma lista com quatro estabelecimentos especiais, que ficam nas redondezas da Plaza Mayor :
Com o objetivo de enaltecer e dar visibilidade ao trabalho de mulheres baristas e produtoras de café especial, essa cafeteria possui apenas mulheres em sua operação. Embora as xícaras fumegantes (ou fresquinhas, nas versões do café gelado) sejam as grandes protagonistas, o lugar também oferece cookies, pães e folhados. Os lotes de café especial são todos de origem peruana, em especial da região de Cusco e Cajamarca.
Onde? Calle Suecia, 332.
Quando? De terça-feira a sábado, das 8h30 às 19h30; aos domingos, das 9h às 17h; e às segundas-feiras, das 9h às 19h30.
A colorida e solar Flora Cafeteria é um lugar iluminado no centro histórico de Cusco . As cores invadem até mesmo o café, que possui versões em tons diferentões, como o “azul céu” – em que o preparo é feito com spirulina – e a”verde”, na bebida feita com matchá. Os tons vibrantes também estão nos bowls com frutas, granola e aveia.
Na Cercanía , a especialidade são os pães, assados na casa e com processo de fermentação natural. Todos os insumos utilizados são de origem local, além de serem usadas farinhas nada convencionais para a confecção dos pães, como as farinhas de trigo de Khorasan e o trigo tritordeum. Outros fermentados de sucesso por ali são as pizzas e focaccias.
Onde? Plaza Santa Catalina, 219.
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Quando? De segunda-feira a sábado, das 8h30 às 20h.
Essa confeitaria de Cusco serve doces tão bonitos que dá pena de comer. Bolos, tortas, cheesecakes e folhados são algumas das opções servidas no salão lindíssimo, inspirado na arquitetura da região da Provence. Um dos diferenciais é que as técnicas e receitas aplicadas são de tradição europeia, mas com insumos locais de produtores da região.
Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.
Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.
Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.
Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.
Como chegar
A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.
Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
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