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Custo da safra de milho em Mato Grosso sobe 2,8% com alta nos insumos e fertilizantes

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Insumos pressionam custo da safra 2025/26

Os custos de produção do milho em Mato Grosso para a safra 2025/26 ficaram em R$ 2.922,01 por hectare, representando uma alta de 2,85% em relação ao ciclo anterior, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA).

O aumento foi impulsionado principalmente por:

  • Sementes, com valorização de 1,09%.
  • Macronutrientes, que subiram 10,12%, totalizando R$ 1.289,31/ha.
Relação de troca ganha relevância na aquisição de insumos

Com a alta nos custos, a relação de troca (RT) torna-se ferramenta essencial para o planejamento do produtor. Atualmente, para adquirir uma tonelada de ureia, é necessário entregar 76,66 sacas de milho, enquanto uma tonelada de MAP exige 102,79 sacas.

Na comparação anual, a RT da ureia aumentou 13,62%, enquanto a da MAP recuou 3,39%, movimento considerado favorável ao produtor, que passa a ter maior poder de negociação frente aos fertilizantes.

A importância de aproveitar oportunidades no início da safra

O IMEA reforça que o início do ciclo é o momento estratégico para aquisição de insumos, já que concentra a maior parte das compras e permite:

  • Minimizar riscos relacionados à volatilidade de preços.
  • Otimizar custos produtivos, mantendo a rentabilidade da lavoura.
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A atenção à relação de troca e ao planejamento de compras torna-se ainda mais crítica diante do aumento dos custos de produção e da necessidade de manter a competitividade da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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