Mato Grosso

Dados da Sinfra apontam que malha viária asfaltada de MT irá dobrar em 8 anos

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Dados da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) apontam que a malha viária de Mato Grosso terá mais asfalto novo do que a quantidade que existia antes de 2019. Mato Grosso possui mais de 32.000 quilômetros de rodovias estaduais e, até 2019, pouco mais de 6.800 quilômetros dessas rodovias eram asfaltados. A meta da secretaria é finalizar a gestão com mais 6.000 quilômetros de rodovias asfaltadas no Estado.

“Nós chegamos em dezembro de 2024 fazendo mais 6.000 quilômetros de asfalto novo. Somando 2025 e 2026, vamos mais que dobrar a quantidade de malha rodoviária no estado de Mato Grosso. Durante esses 8 anos que vou completar como governador, vamos fazer mais do que tudo aquilo que existia quando chegamos”, explicou o governador Mauro Mendes, em entrevista à rádio CBN nesta semana.

O asfaltamento das rodovias é imprescindível não somente para a logística e escoamento da produção – tendo em vista que Mato Grosso é o maior produtor de alimentos do país -, mas para o desenvolvimento de todas as regiões do estado.

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Entre as rodovias já asfaltadas pela Sinfra, estão trechos que há décadas eram reivindicados, como a MT-100 entre Araguaia e Barra do Garças, e a antiga BR-174 entre Castanheira e Colniza, rodovia que foi estadualizada e já recebeu 140 quilômetros de asfalto novo.

Com a quantidade de obras executadas, 22 municípios passaram a ter acesso por via asfaltada nos últimos seis anos. Além disso, o Governo faz convênios com os municípios em obras de pavimentação nas ruas, bairros e avenidas, para que o asfalto também chegue na porta do cidadão.

“Vamos continuar construindo muita coisa, porque tem muita demanda pelo interior. Essa qualidade nas estradas melhora para o setor produtivo, melhora para quem vive no estado de Mato Grosso e melhora a qualidade de vida das pessoas”, concluiu o governador.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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