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Demanda aquecida e oferta restrita elevam preço do etanol hidratado em São Paulo, aponta Cepea

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O preço do etanol hidratado registrou alta no estado de São Paulo após seis semanas consecutivas de recuo, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP). O movimento de valorização foi impulsionado por uma combinação de fatores que envolveram tanto o aumento da demanda quanto a limitação da oferta.

Distribuidoras ampliam compras e impulsionam o mercado

De acordo com o Cepea, o aquecimento da demanda foi um dos principais responsáveis pela alta, com maior participação de distribuidoras independentes e de grande porte no mercado. Essa movimentação ampliou a procura pelo biocombustível, elevando os preços nas negociações entre usinas e compradores.

Oferta limitada e fim da safra influenciam preços

No lado da oferta, a chuva nas regiões produtoras reduziu o ritmo das atividades agrícolas e industriais, restringindo a disponibilidade de produto no mercado. Além disso, vendedores mais cautelosos, atentos aos estoques de etanol armazenados, optaram por reter parte da produção à espera de valores mais altos.

Outro fator de suporte aos preços é a proximidade do encerramento da safra 2025/26 na região Centro-Sul, o que naturalmente tende a reduzir a oferta de etanol nas próximas semanas.

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Indicadores do Cepea mostram alta no hidratado e leve queda no anidro

Entre os dias 13 e 17 de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,7365 por litro (valor líquido de ICMS e PIS/Cofins), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Já o etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, apresentou leve retração de 0,15%, sendo comercializado a R$ 3,1079 por litro (valor líquido, sem PIS/Cofins).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa pela China

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Por ocasião da visita do ministro Mauro Vieira a Pequim, o governo brasileiro obteve o reconhecimento do status sanitário de todo o seu território como livre de febre aftosa pelo governo da República Popular da China. A decisão, anunciada hoje (2/6), ocorre após mais de 20 anos de negociação entre os países.

O reconhecimento amplia oportunidades para as exportações de produtos bovinos e suínos oriundos do Brasil no mercado chinês, como miúdos e carne com osso. As exportações do agronegócio brasileiro com destino à China ultrapassaram US$ 50 bilhões em 2025.

Durante a missão presidencial à República Popular da China, em maio de 2025, os dois países assinaram “Memorando de Entendimento entre o Ministério da Agricultura e Pecuária da República Federativa do Brasil e a Administração-Geral de Aduanas da República Popular da China na Área de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias”. O documento reforçou o diálogo sanitário entre os países e contribuiu para o avanço de tratativas de interesse do setor agrícola brasileiro.

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Tal resultado é fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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