Mato Grosso

Detran promove 1º Curso de Formação de Instrutor de Trânsito para professores da Rede Estadual

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) capacita, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), 23 professores da Rede Estadual no 1º Curso de Formação de Instrutores de Trânsito.

Desde 6 de junho, os profissionais da educação são capacitados para atuarem como Instrutores de Trânsito. Assim, eles podem ministrar a formação teórico-técnica do processo de habilitação de condutores de veículos como atividade extracurricular no ensino médio, em conformidade com as disposições da Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 265/2007.

O curso terá duração de 180 horas, será realizado aos finais de semana e na modalidade de ensino presencial. O corpo docente é formado por servidores do Detran e da Seduc, além da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e de psicólogo credenciado.

Serão abordados diferentes temas como: fundamentos da educação, didática, Língua Portuguesa, legislação de trânsito, direção defensiva, noções de primeiros socorros e medicina de tráfego, noções de proteção e respeito ao meio ambiente e de convívio social no trânsito, psicologia aplicada à segurança no trânsito, noções sobre o funcionamento do veículo de 2 e 4 rodas / mecânica básica e prática de direção veicular em veículo de 2 ou 4 rodas.

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Além das aulas teóricas, os professores também terão o momento da prática de ensino supervisionado, que será realizada junto aos Centros de Formação de Condutores (CFCs).

Para a coordenadora da Escola Pública de Trânsito, Renata Freitas, o curso busca contribuir para a melhoria da formação de condutores e, por conseguinte, para a redução do número de mortes e lesões no trânsito.

“A reversão do quadro de violência instaurado no trânsito passa, necessariamente, pela melhoria do processo de formação de condutores, e a oferta do Curso de Formação de Instrutores de Trânsito para professores da rede pública estadual de ensino possui esse objetivo”, pontuou.

A diretora de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran, Adriana Carnevale, enfatizou que os professores possuem a didática de ensino e, com a formação de instrutores de trânsito, eles serão os facilitadores na formação teórica aos alunos do ensino médio que pretendem obter a 1ª habilitação.

“Isso vai agilizar o processo para obtenção da CNH assim que atingirem a idade mínima para iniciar a parte prática, que é de 18 anos. Essa capacitação vai promover a sensibilização dos futuros motoristas para que sejam mais responsáveis e empáticos no trânsito”, disse.

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A Coordenadora de Desenvolvimento da Seduc, Mary Diana Rodrigues, ressaltou que a participação dos professores no Curso de Formação de Instrutores de Trânsito representa uma importante ação de valorização e desenvolvimento profissional no escopo das políticas do programa EducAção 10 anos.

“Além de ampliar os saberes pedagógicos, essa formação diversifica o repertório de atuação docente e fortalece o protagonismo dos educadores na promoção de uma cultura de cidadania e responsabilidade social. A iniciativa valoriza a carreira docente, potencializa a atuação dos professores no Ensino Médio e contribui para a oferta de uma educação mais contextualizada e conectada às demandas da vida em sociedade. Nesse contexto, a parceria com o Detran-MT é primordial para integrar o conhecimento técnico à prática pedagógica, promovendo avanços na educação pública do Estado, bem como na segurança no trânsito em Mato Grosso”, disse.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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