Mato Grosso

Diretores regionais de educação alinham estratégias e compartilham perspectivas para o ano letivo de 2025

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Os diretores regionais de Educação afirmam que a Semana Pedagógica, promovida pela Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), está sendo importante para alinhar diretrizes e estratégias para o ano letivo de 2025.

A Semana Pedagógica reúne os profissionais da educação de todo o Estado no Ginásio Poliesportivo Aecim Tocantins, em Cuiabá, até esta sexta-feira (24.1).

A diretora metropolitana de educação (Baixada Cuiabana), Christina Ferreira, enfatizou a importância do alinhamento entre a Seduc, as Diretorias Regionais de Educação (DREs) e as escolas. “É muito importante alinhar as diretrizes para que todos caminhem com o mesmo objetivo”, disse.

Com uma programação que inclui oficinas, palestras e mesas redondas, a Semana Pedagógica também se concentra em temas como o Sistema Estruturado de Ensino, práticas avaliativas e a integração de tecnologias educacionais.

A diretora regional do polo Rondonópolis, Andréia Cristiane de Oliveira, afirmou que a Semana Pedagógica é importante para ouvir as necessidades das unidades escolares e alinhá-las com o que está proposto na política pedagógica.

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“A Semana Pedagógica é uma oportunidade de renovação e reflexão. Estamos não apenas discutindo estratégias, mas também fortalecendo laços entre educadores, técnicos e demais trabalhadores da educação”, disse.

O diretor regional do polo Tangará da Serra, Saulo Scariot, apontou também que a troca de experiências é fundamental para que a Rede Estadual de ensino possa aprimorar ainda mais as suas práticas e, consequentemente, a aprendizagem dos alunos.

“A interação entre os profissionais da educação durante o evento está gerando novas ideias e soluções para os desafios enfrentados no dia a dia das escolas”, disse.

O diretor do polo Alta Floresta, Clainton Lira, destacou a importância da tecnologia na educação moderna, um dos temas tratados na Semana Pedagógica.

“Integrar as tecnologias educacionais é um passo essencial para o futuro da nossa rede. A Semana Pedagógica nos permite explorar novas ferramentas e metodologias que podem ser aplicadas em sala de aula, tornando o aprendizado mais dinâmico e acessível”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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