Mato Grosso

Dupla é presa em flagrante pela Polícia Civil com quatro quilos de pasta base de cocaína

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Policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda apreenderam quatro quilos de pasta base de cocaína e prenderam uma dupla em flagrante, na noite de segunda-feira (19.08).

A equipe policial recebeu informações sobre uma casa, no bairro Morada da Serra, usada como ponto de tráfico. Durante as diligências, os policiais verificaram a presença no local de um suspeito que já é investigado por tráfico de drogas.

Dentro da casa estava um suspeito, de 26 anos, monitorado por tornozeleira. Já o segundo, de 20 anos, foi avistado entrando e saindo da casa, diversas vezes, sugerindo que esperava alguém.

Os policiais abordaram os dois e foram informados que havia drogas dentro casa. A dupla indicou uma mala dentro de um dos quartos, onde os entorpecentes estavam escondidos.

Na mala havia três tabletes grandes de pasta base de cocaína, com mais de um quilo cada um, 41 trouxinhas da mesma droga, e petrechos para embalar e pesar os entorpecentes. Dentro de uma mochila no mesmo quarto foram encontrados 25 metros de cordel detonante.

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Um dos suspeitos informou que a droga pertenceria a outro investigado. Contudo, o local onde as substâncias estavam era, na verdade, o quarto de um dos presos, onde ele ficava com os filhos.

Ambos foram encaminhados à delegacia e autuados em flagrante por tráfico de drogas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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