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É proibido pegar conchas na praia?

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É proibido pegar conchas na praia?
Lucca Bessa

É proibido pegar conchas na praia?

Muitas pessoas têm o hábito de levar conchas da praia para casa. Seja para coleção, decoração, presente para alguém, confecção de bijuteria ou simplesmente de lembrança. O hábito, porém, é desaconselhado porque pode causar impactos ambientais relevantes, e, em alguns casos, até configurar crime ambiental.

Vamos por partes. Coletar uma concha da praia para levar para casa não gerará, de imediato, grandes problemas. A questão é que, por ser um hábito de várias pessoas, as conchas passam a ser retiradas em larga escala do ecossistema e, nesse caso, desencadeiam problemas mais sérios.

De acordo com especialistas, um dos problemas é a substância que compõe as conchas: o carbonato de cálcio. Ao retira-las das praias, estamos também retirando essa substância essencial para o equilíbrio do ecossistema marinho.

Outras questões são as funções que essas conchas exercem: elas funcionam como abrigo para muitas espécies de animais e, em alguns casos, são o que compõe a superfície da praia no lugar da areia.

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Mas e aí: coletar essas conchas é crime ou não?

Depende. Acontece que a legislação brasileira não é perfeitamente clara sobre a escala de coleta que configura crime ambiental.

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Pelos motivos listados acima, órgãos de proteção ambiental como o I nstituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Ministério do Meio Ambiente recomendam que se evite retirar as conchas de seu habitat natural.

Alguns casos, porém, são tipificados como crime ambiental. A lei 9.605 de 1998, que dispõe sobre crimes desse gênero, determina a proibição de ações humanas que prejudiquem o ambiente aquático. O comércio de peças de artesanato com corais, por exemplo, é expressamente proibido.

Nesses casos, a pena pode ser de multa a até três anos de detenção – fora apreensão da mercadoria.

Especialistas, porém, alegam que a lei não abrange atos de turistas, que não sejam praticados com fins comerciais ou em maior escala. Porém, é sempre importante ter em vista não só a consequência legal, como também ambiental dos nossos atos.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Vivendo um boom no turismo, João Pessoa recebe Fórum que vai debater protagonismo feminino no setor

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Nos dias 3 e 4 de junho, o Centro de Convenções de João Pessoa (PB) será palco de um grandioso evento que vai debater o protagonismo feminino no turismo. O encontro, que vai reunir ministras, empresárias, especialistas e representantes de organismos internacionais para debater o futuro e a força da mulher na atividade turística, coincide com o bom momento que a capital paraíba vive.

O Fórum Internacional de Mulheres no Turismo é promovido pelo Ministério do Turismo, em parceria com a ONU Turismo.

• Confira a programação aqui.
• As inscrições podem ser feitas neste link

João Pessoa se destaca pela diversidade de experiências turísticas, combinando praias de águas mornas, um centro histórico rico e preservado, além de uma gastronomia regional de excelência. Somado aos atrativos naturais e culturais, a capital passar por uma forte expansão e boom no turismo.

Nos quatro primeiros meses de 2026, a cidade recebeu 662.976 passageiros, um aumento de 10,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro dado que comprova esse cenário é a ocupação hoteleira, que viu sua taxa saltar de 76,77% em 2025 para 87,28% neste ano.

No início de 2026, especialmente nos feriados, João Pessoa foi uma das cidades mais procuradas pelos brasileiros em uma importante plataforma internacional que vende passagens aéreas, comercializa diárias de hotéis e oferece pacotes de viagens.

De acordo com a Prefeitura de João Pessoa, a maior operadora de turismo da América Latina anunciou recentemente que a venda de pacotes para a capital paraibana deve aumentar em torno de 40% nos próximos meses – na comparação com o início do ano.

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Como chegar

O Fórum Internacional de Mulheres no Turismo será realizado no Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha, no quilômetro 5 do Polo Turístico Cabo Branco.

O local ficar apenas a 10 km da rede hoteleira e do polo gastronômico de João Pessoa e cerca de 20 km do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto.

Para chegar ao local do evento, por táxi ou aplicativo, indique no app “Teatro Pedra do Reino”. O endereço deve constar como Rodovia PB-008, Km 5, Polo Turístico Cabo Branco.

Para quem estará hospedado no Polo Turístico Cabo Branco, a dica é usar aplicativos de transporte pela proximidade com o Centro, que fica a cerca de 15 minutos, a pé, pela avenida Panorâmica/Rod. Min. Abelardo Jurema Araujo.

Para quem vai de bicicleta, o trajeto conta com ciclovias e ciclofaixas em quase toda a sua extensão, saindo de Praia da Penha, Praia de Cabo Branco, Praia de Tambaú e Praia de Manaíra (via litoral).

A oferta de ciclovias e ciclofaixas é menor, porém, para quem precisa sair do centro da capital e de bairros mais periféricos.

Na cidade é possível se deslocar com patinetes elétricos por aluguel, mas o trânsito é proibido nas ciclovias na orla.

Leia mais:  Nono episódio do videocast "Diálogos da COP30" debate turismo de eventos e o protagonismo internacional do Brasil

Opções para curtir

Vale a pena uma caminhada no Centro Histórico, pela Praça Antenor Navarro, para observar a arquitetura do Centro Cultural São Francisco e conhecer o Parque Solon de Lucena.

Na orla urbana, as praias de Tambaú e Cabo Branco concentram excelentes hotéis e com uma rica diversidade de gastronomia.

De Tambaú saem os catamarãs para as piscinas naturais de Picãozinho e do Seixas. A dica de serviço aqui é o planejamento: o passeio só vale a pena na maré baixa, então, é necessário consultar a tábua de marés da Marinha (o ideal é que o nível esteja entre 0.0 e 0.4) antes de agendar a saída.

Há, ainda, roteiros incríveis para os municípios vizinhos. A cerca de 30 quilômetros ao sul, na Costa do Conde, encontram-se as águas mais calmas da Praia de Coqueirinho – onde há o encontro do rio com o mar na Barra do Gramame.

Já no litoral norte, em Cabedelo, a estrutura atende a quem busca surfar em Intermares ou descansar nos clubes de praia da Ponta de Campina. Para fechar o dia na região, a tradição local é ir à Praia do Jacaré, às margens do Rio Paraíba, e acompanhar o pôr do sol ouvindo o Bolero de Ravel sendo tocado no saxofone.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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